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Você sabia que a alimentação é uma grande aliada no combate ao cansaço? Não somente do cansaço do dia a dia, mas da fadiga mais acentuada que aflige muita gente, gerando indisposição e até abatimento.

É como se a saúde fosse uma sequência de peças que se encaixam em um estilo de vida. Contudo, por onde começar quando faltam forças mental e fisicamente? A resposta pode estar exatamente na escolha do cardápio. Pois é, cada vez mais a ciência vem estudado a relação da comida com o cansaço.

Estudo recente realizado com os britânicos revelou que 48% das meninas com idades entre 11 e 18 anos têm dietas pobres em ferro. Isso também foi constatado na dieta de mulheres entre 19 e 64 anos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a carência de ferro na alimentação não é um problema que afeta apenas pessoas do sexo feminino. Na verdade, pelo menos 30% da população mundial sofre com o problema, causador de anemia – quando ocorre a diminuição dos glóbulos vermelhos.

São os glóbulos vermelhos que contêm a hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio do pulmão para o resto do corpo. Quando os índices de hemoglobina estão baixos, o corpo não recebe oxigênio suficiente, tendo como consequência a fadiga.

Saiba se seu ciclo é regular e aprenda a calcular o período fértil.

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Ciclo menstrual engloba as mudanças pelas quais o corpo da mulher passa ao longo do mês e que resultam na menstruação. O ciclo menstrual dura em torno de um mês e ocorre em todas as mulheres em idade fértil, já que ele determina o processo de ovulação e eliminação desse óvulo. "Ele é caracterizado por alterações hormonais que preparam o corpo para uma possível gravidez", explica a ginecologista Juliana Amato, pós-graduada em Infertilidade e Reprodução Humana pela Universidade de São Paulo (USP). Entenda melhor como funciona o ciclo menstrual:

Ciclo menstrual normal

O ciclo menstrual normal costuma durar entre 25 e 30 dias, mas normalmente os médicos usam como exemplo o ciclo com 28 dias. Ele é dividido em duas fases principais:

Fase folicular: essa fase começa no primeiro dia da menstruação e dura até o dia da ovulação. Normalmente ela dura entre 12 e 16 dias e tem esse nome por ser a época em que os folículos ovarianos crescem e começam a preparar o corpo para uma possível gravidez.

Nessa época há um aumento da produção do hormônio folículo estimulante (FSH), que faz com que os folículos que contém os óvulos se desenvolvam. Esses folículos produzem os estrógenos, até que esses hormônios chegam a um pico e o corpo deixa de produzir FSH. É nesse momento que ocorre a ovulação, ou seja, o folículo se rompe e o óvulo sai em direção as trompas. Aí começa a fase lútea.

Fase lútea: essa fase ocorre após a ovulação, quando os hormônios femininos começam a reduzir gradativamente sua concentração no organismo. O folículo começa a produzir progesterona, mas se ele não for fecundado, a quantidade desse hormônio cai também, junto com os estrógenos - isso sempre acontece em 14 dias. Quando a gravidez não ocorre, é nessa fase que as paredes do útero descamam e a mulher menstrua.

Portanto, quem determina a duração do ciclo é a fase folicular, já que é o seu tempo que pode variar. Normalmente uma mulher com ciclo menstrual regular e que não toma pílula pode ter a duração do seu ciclo variando um pouco a cada mês. "Ciclos que duram entre 25 a 30 dias são regulares ", considera o ginecologista Pedro Monteleone, coordenador técnico do Centro de Reprodução Humana do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

Além disso, os ciclos não precisam ter todos a mesma quantidade de dias. Por exemplo, uma mulher que em um mês tem o ciclo durante 28 dias e no mês seguinte ele dura 30, ainda é considerada com um ciclo regular.

O que é um ciclo irregular?

Já sabemos que um ciclo regular tem entre 25 e 30 dias de intervalo entre as menstruações. Já o ciclo irregular é todo aquele que leva menos ou mais tempo do que isso. "Isso é ruim, pois como a fase lútea tem uma duração fixa, isso quer dizer que a pessoa com ciclo irregular tem uma ovulação muito precoce ou muito tardia, ou seja, quando ela ocorre, o corpo não está preparado", considera Monteleone. Pode acontecer de a pessoa ter sempre ciclos muito longos ou muito curtos, ou mesmo intercalar esses dois tipos.

Causas de ciclo menstrual irregular

O ciclo menstrual irregular é muito comum na puberdade, nos primeiros dois anos após a menarca. "É comum a menina ter um ciclo de 20 dias e depois de 60 e isso ocorre porque o eixo hormonal é imaturo e leva um tempo até se regularizar", pondera o especialista.

Na pré-menopausa, com a redução dos folículos ovarianos, a mulher também começa a ter um ciclo mais irregular, já que são esses folículos os responsáveis pelos mecanismos hormonais do ciclo.

Fora essas situações, o ciclo menstrual irregular pode ser indicativo de diversos problemas, como:

  • Síndrome dos ovários policísticos
  • Menopausa precoce
  • Distúrbios da tireoide
  • Estresse exagerado
  • Pólipo endometrial
  • Obesidade - principalmente a mórbida
  • Perda de peso excessiva, como a anorexia
  • Excesso de atividades físicas (comum em atletas de alto desempenho)
  • Redução drástica da gordura corporal (popularizada pelas musas fitness)

Como calcular o período fértil

É o ciclo menstrual quem determina o período fértil, portanto conhecendo mais ou menos qual a regularidade do seu, fica mais fácil determinar o período fértil. A ovulação ocorre entre a fase folicular e a lútea.

Como a duração da primeira fase do ciclo costuma variar, é preciso fazer primeiro uma média de duração do seu ciclo. Veja quanto tempo duraram seus últimos três ciclos e faça uma média. "Então você subtrai 14 dessa média de dias (duração padrão da fase lútea) e coloca dois dias de margem. Ou seja, se seu ciclo tem 30 dias, a ovulação acontece no 16º - com a margem, o período fértil é entre o 14º e 18º dias do período", ensina Juliana.

Em um ciclo de 28 dias, por exemplo, a ovulação ocorre no 14º dia, portanto o período fértil vai do 12º ao 16º dia.

Algumas mulheres dizem ter uma percepção da ovulação. "Normalmente há um aumento do muco vaginal e existem mulheres que sentem uma secreção gelatinosa e incolor. Além disso, outras costumam até mesmo sentir uma dor no período ovulatório no lado direito ou esquerdo do abdômen", explica a especialista.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/ 

células-tronco

Na atualidade, os avanços da medicina e da ciência vem acontecendo a passos largos e muitas vezes fica difícil de acompanharmos e entendermos em detalhes cada acontecimento. Uma das áreas de grande destaque, e que em breve vai virar rotina para muitas pessoas, é a terapia celular. Quem hoje em dia não sonha em ter uma vida saudável e viver por muitos anos? Pois bem, inevitavelmente nosso corpo está envelhecendo e são as células-tronco encontradas em alguns de nossos tecidos que são capazes de reparar lesões e até curar doenças.

Mas afinal, o que são células-tronco?

Células-tronco são células muito especiais presentes no nosso corpo que tem a capacidade de regenerar e formar novos tecidos. São células indiferenciadas que, sob certos estímulos, podem dar origem a células cardíacas, ósseas, musculares, neuronais, etc. Toda vez que nosso corpo sofre uma lesão, são as células-tronco presentes no nosso organismo que vão reparar este dano. Por este motivo, as células-tronco são a grande promessa para a medicina regenerativa e poderão ser utilizadas no futuro para o tratamento de doenças que atualmente são incuráveis.

Quais são os tipos de células-tronco?

Hoje em dia é possível obter em laboratório células-tronco embrionárias, adultas e pluripotentes induzidas. As células-tronco embrionárias são aquelas capazes de originar todos os 216 tipos de células do nosso corpo. No entanto, existem muitos entraves éticos para utilizar as mesmas em pesquisas e tratamento de doenças, uma vez que são obtidas de embriões. Sendo assim, os cientistas conseguiram bolar uma estratégia para produzir células tão potentes como as embrionárias reprogramando células de um indivíduo adulto.

A partir de uma célula da nossa pele, chamada de fibroblasto, já é possível hoje fazer uma célula-tronco muito similar à célula-tronco embrionária e esta foi batizada de célula-tronco pluripotente induzida ou do inglês iPS (induced pluripotent stem cell). Por último, as células-tronco adultas são um tipo de fácil obtenção que podem ser coletadas de amostras que inevitavelmente seriam descartadas, como sangue e tecido do cordão umbilical, polpa de dente, gordura de lipoaspiração, sangue menstrual, dentre outras fontes.

As células-tronco adultas, diferentemente das iPS e células-tronco embrionárias, não possuem potencial de formar todos os tecidos do nosso corpo, mas o potencial terapêutico das mesmas ainda é enorme e vem sendo utilizado em diversos testes clínicos, visando tratamento de doenças por serem de fácil obtenção e terem propriedades terapêuticas desejáveis.

O que mais devo saber sobre as células-tronco adultas?

No indivíduo adulto são encontrados dois tipos principais de células-tronco. As células-tronco hematopoéticas, oriundas do sangue, como do cordão umbilical, da medula óssea e periférico. Estas células servem para tratar doenças hematológicas (do sangue), como leucemia, talassemias e anemais, por exemplo. O outro tipo de células-tronco é chamado de mesenquimais e são encontradas em diversos tecidos, como do cordão umbilical, polpa de dente, tecido adiposo, etc. As células-tronco mesenquimais são muito mais potentes que as células-tronco hematopoéticas, pois as mesmas podem originar osso, músculo, cartilagem, gordura, pele, vasos sanguíneos tecidos neurais e até cabelo. Além disso, as células-tronco mesenquimais secretam diversas substâncias com propriedades anti-inflamatórias, anti-fibróticas e anti-oxidantes e são capazes de regular a resposta imunológica e prevenir a morte das células.

Mas quando devo armazenar minhas células-tronco?

As células-tronco, se deixadas no nosso corpo, envelhecem, como qualquer outro tipo de célula do nosso organismo. Com isso, perdem a propriedade de multiplicarem em laboratório e de originar diferentes tecidos. Portanto, o ideal é armazenar células-tronco jovens, ou seja, o quanto antes. Sendo assim, o mais recomendado é coletar na hora do parto, a partir do cordão umbilical.

Para quem perdeu esta oportunidade ainda é possível fazer a partir da polpa de dente, seja durante a troca de dentição da criança ou da extração do dente siso. Outra alternativa interessante é aproveitar para coletar do tecido adiposo, seja durante qualquer cirurgia, parto cesárea ou, até mesmo, em um procedimento estético como uma lipoaspiração. Vale lembrar que as células armazenadas nas empresas especializadas ficam congeladas a -196 oC e, portanto, se preservam na idade em que foram congeladas, ao contrário do que acontece se deixadas no nosso corpo.

Fonte: http://doutissima.com.br/ 

Ingerir mais líquidos e evitar o consumo de gorduras é essencial.

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Não consegue ir ao banheiro todos os dias? Saiba que essa pode ser uma das causas de estresse, desconforto abdominal, inchaço, insônia, indisposição e até mesmo hemorroidas. A prisão de ventre, ou constipação intestinal, pode ser definida como a diminuição das idas ao banheiro, com o aumento da consistência das fezes.

Porém, adotar certos hábitos pode te ajudar a reduzir os sintomas da prisão de ventre e todas as complicações que vêm junto com ela. Confira o que os especialistas aconselham e livre-se desse desconforto!

Coma mais fibras

São elas as responsáveis pela formação do bolo fecal, além de facilitar o trânsito dos alimentos no intestino. São, portanto, fundamentais para a manutenção da flora intestinal.

De acordo com o gastroenterologista Flavio Steinwurz, do Hospital Albert Einstein, as fibras podem ser divididas entre solúveis e insolúveis. As primeiras estão presentes em polpa de frutas e farelo de cereais e auxiliam no funcionamento do nosso metabolismo. As insolúveis - encontradas em verduras e alimentos integrais - são as que ajudam efetivamente no funcionamento intestinal, combatendo a prisão de ventre. "Deve-se ingerir de 25 a 35 gramas distribuídas ao longo do dia", recomenda o especialista.

Coma o bagaço das frutas

O gastroenterologista Roberto Rizzi, do Hospital São Luiz, explica que o bagaço de frutas possui uma alta concentração de fibras, o que melhora o funcionamento intestinal, auxilia no controle dos níveis sanguíneos de glicose e colesterol e fornece maior sensação de saciedade.

Beba muita água

É muito importante beber bastante água todos os dias, pois ela se mistura às fibras e fazem as fezes ficarem mais volumosas e pastosas, impedindo o ressecamento. "Com isso, o efeito das fibras sobre o movimento intestinal se torna mais eficaz", diz o gastroenterologista Flavio Steinwurz.

Segundo o gastroenterologista Roberto Rizzi, a necessidade diária de água varia para cada pessoa e é influenciada por diversos fatores, como a atividade física. "De maneira geral, para pessoas saudáveis, recomendamos a ingestão de dois litros de água por dia", sugere.

Pelo fato de a ingestão de água potencializar os efeitos das fibras, de nada adianta tomar litros de água por dia e não ingerir a quantidade adequada de fibras. O inverso também é valido.

Pratique exercícios

Os estudos sobre o assunto ainda são inconclusivos. É certo que, durante o exercício físico, o intestino tem o seu funcionamento estimulado, devido aos movimentos que o corpo faz. Porém, com relação ao alívio da prisão de ventre, algumas pesquisas mostram que a atividade física proporciona uma melhora, enquanto outras não conseguiram comprovar tal efeito.

Apesar disso, a prática de exercícios é essencial para a saúde, podendo contribuir de maneira até mesmo indireta para a cura da prisão de ventre.

Mastigue bem os alimentos

Mastigar bem não só ajuda o organismo a digeri-los melhor, como também evita o mal estar intestinal. A digestão de alguns alimentos já se inicia na boca, através da enzima amilase, e a mastigação faz parte desse processo. "Mastigar bem facilita o início do processo de digestão e, consequentemente, de todo o restante, incluindo o intestino", afirma o gastroenterologista Roberto Rizzi.

Fuja do estresse!

"Tanto o estresse quanto a ansiedade podem ocasionar sintomas gastrointestinais, seja ele uma prisão de ventre ou uma diarreia", conta o gastroenterologista Roberto Rizzi. Para aqueles que já sofreram do problema, o estresse pode fazer com que os sintomas retornem. Os especialistas recomendam a adoção de hobbies ou técnicas de relaxamento para a redução do estresse e da ansiedade.

Vá ao banheiro

Pessoas que não têm o hábito de ir regularmente ao banheiro podem apresentar maior irritabilidade, alterações no humor e agravamento dos sintomas de prisão de ventre.

"A recomendação é ir ao banheiro de uma a duas vezes por dia", explica o gastroenterologista Roberto Rizzi. Ele conta também que é importante reservar horários específicos do dia para a prática, pois assim o corpo se habitua e tem menos chances de desenvolver constipação intestinal.

Iogurte probiótico pode?

De acordo com o gastroenterologista Roberto Rizzi, o intestino tem a presença de bactérias boas e ruins. Quando as boas estão em grande quantidade, evitam os danos causados pelas ruins, que são os casos de diarreia, aumento do risco de câncer de cólon, dor abdominal, gases e outros.

Os iogurtes probióticos possuem uma série dessas bactérias boas. "Para ter um intestino saudável, devemos incluir os probióticos na nossa alimentação, pois eles vão equilibrar a flora intestinal", afirma Roberto. Eles devem estar presentes na alimentação juntamente com as fibras, pois um potencializará a ação do outro. "O consumo deve ser diário porque, uma vez que interrompido, perde-se o efeito desejado", completa.

Segundo o gastroenterologista Flavio Steinwurz, alguns iogurtes intitulados probióticos não possuem as bactérias necessárias para melhorar o funcionamento do intestino. Por isso, procure um médico antes de iniciar qualquer tratamento do tipo, pois ele indicará o iogurte mais adequado.

Fuja dessas ciladas!

Pessoas que sofrem com a prisão de ventre devem evitar alimentos ricos em gordura saturada, gordura trans, açúcar e sódio. Em relação às bebidas, é importante prestar atenção ao consumo daquelas com quantidades excessivas de açúcar, como refrigerantes e xaropes; cafeína, como chás e café; e sódio, como refrigerantes diet e isotônicos.

A ingestão desses alimentos pode prejudicar o pleno funcionamento do intestino, contribuindo para o aparecimento da prisão de ventre. "Por isso, devemos sempre realizar a leitura de rótulos na hora da compra, a fim de escolher produtos mais saudáveis", diz o gastroenterologista Roberto Rizzi.

Fonte: www.minhavida.com.br

Não é segredo para ninguém que as mudanças de temperatura têm impacto direto na saúde. Ainda mais com a chegada do outono e a proximidade do inverno, estações que nem sempre são favoráveis ao organismo. O segredo é estar preparado e saber se prevenir.

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Mudanças de temperatura: olhos e pele sofrem

A Sociedade Brasileira de Dermatologia alerta que a pele é um órgão que sofre no inverno. Principalmente porque quando a umidade do ar está menor e as temperaturas baixas, qualquer pessoa transpira menos. Por isso, é comum que a epiderme fique mais ressecada e não produza muita oleosidade natural.

Tais fatores, aliados com os banhos tipicamente quentes na estação, permitem que a pele adquira um aspecto esbranquiçado, resultado da desnaturação de proteínas. A hidratação do rosto e dos lábios se torna indispensável no período. Também é importante manter uma alimentação balanceada, rica em antioxidantes, que ajuda a manter a beleza em dia.

Caso a epiderme fique muito ressecada, podem ocorrer alguns problemas de ordem dermatológica. Entre as principais doenças da estação é possível citar a dermatite seborreica, caracterizada pela descamação da pele e a dermatite atópica, cujos principais sintomas são coceira e lesões cutâneas avermelhadas.

Embora a pele seja o foco das preocupações no inverno, a médica oftalmologista Marcia Beatriz Tartarella lembra que o risco de doenças oculares também cresce. Principalmente porque há maior propensão das pessoas se concentrarem em locais fechados e com aquecimento, o que favorece a proliferação de micro-organismos.

Um dos problemas comuns, de acordo com ela, é a conjuntivite, cujos primeiros sinais são olhos vermelhos, ardor e secreção. "Sempre que sentir quaisquer sintomas nos olhos, é fundamental buscar uma orientação médica, porque somente o especialista poderá identificar se o tipo da conjuntivite é viral ou bacteriana para indicação do tratamento mais adequado", adverte.

Conforme lembra a especialista, outro desconforto recorrente na época é a síndrome do olho seco, que acontece em decorrência da baixa umidade que predomina. Ela orienta que em caso de ardor, vermelhidão e sensibilidade à luz, sobretudo em ambientes com aquecimento ou no escritório, diante da exposição prolongada ao computador, é importante utilizar colírios lubrificantes.

Cuidados com a gripe H1N1

No inverno, não se pode deixar de ter uma atenção especial com as gripes e os resfriados, causados por diferentes tipos de vírus. Nos ambientes fechados é muito mais fácil contrair esses micro-organismos, que podem causar mal-estar e indisposição física.

Em 2016, há também o alerta máximo em relação à gripe suína (H1N1), que pode levar à morte. Causada pelo vírus influenza do tipo A, trata-se de uma infecção respiratória que demanda cuidados na prevenção.

Para evitar a doença, segundo o Ministério da Saúde, é importante higienizar sempre as mãos com álcool gel, evitar o compartilhamento de objetos e cobrir o nariz ao tossir e espirrar. A vacina também é importante e auxilia na prevenção contra o vírus.

Fonte: www.doutissima.com.br 

Alguns sinais como tornozelos ou pés inchados, cansaço extremo e tosse podem se caracterizar como Hipertensão Arterial Pulmonar, sabia? Sem falar que a doença pode ser confundida com enfermidades como asma ou bronquite. Por isso, é fundamental buscar o auxílio de um especialista para identificar os sintomas da HAP. Fique por dentro!

Hipertensao Arterial Pulmonar  saiba como e possivel identificar os sintomas da HAP

Já ouviu falar em Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP)? Os sintomas que podem ser facilmente confundidos de forma imediata com outras enfermidades respiratórias (asma, bronquite e até mesmo insuficiência cardíaca), devem ser avaliados de maneira criteriosa por um especialista, como explica Rogério Rufino, médico pneumologista da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.

"A HAP é uma doença grave, considerada rara, progressiva e sem cura. Embora possa atingir pessoas de todas as idades, a maior incidência é observada em mulheres adultas. Portanto, muito mais preocupante por ser mais ameaçadora do que vários tipos de câncer, a HAP se caracteriza devido ao aumento da pressão arterial pulmonar, que se dá por conta do estreitamento das artérias que desempenham a função de conduzir o sangue até os pulmões. Consequentemente, o coração sofre uma espécie de dilatação, que com o passar do tempo pode ficar sobrecarregado e falhar", esclarece.

Rogério lista alguns sintomas da hipertensão arterial pulmonar, como forma de alerta, para que ao procurar o auxílio médico, possa questionar sobre a possibilidade de estar com HAP. Confira!

- Falta de ar

- Cansaço extremo

- Desmaio

- Vertigem

- Fadiga

- Pele azulada (cianose)

- Dor torácica

- Tosse

- Tornozelos ou pés inchados

- Veias do pescoço distendidas

- Merece atenção: sensações de desfalecimento de forma frequente, durante a realização de alguma atividade, assim como a deficiência respiratória.

"As dificuldades ou até mesmo a impossibilidade para desempenhar atividades simples como escovar os dentes, subir escadas, tomar banho e fazer caminhada, são sinais pontuais de quem é diagnosticado com HAP. E para ajudar a identificar de forma definitiva a doença, o exame de ecocardiografia é indicado para que o especialista analise a disfunção do coração, além do cateterismo, que é capaz de medir a pressão arterial pulmonar. Mas, vale o ressalta a importância do acompanhamento do especializado, já que é possível realizar o tratamento com medicação, com o intuito de retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida dos portadores da doença", conclui.

Fonte: www.revistavivasaude.uol.com.br  

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