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Ingerir mais líquidos e evitar o consumo de gorduras é essencial.

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Não consegue ir ao banheiro todos os dias? Saiba que essa pode ser uma das causas de estresse, desconforto abdominal, inchaço, insônia, indisposição e até mesmo hemorroidas. A prisão de ventre, ou constipação intestinal, pode ser definida como a diminuição das idas ao banheiro, com o aumento da consistência das fezes.

Porém, adotar certos hábitos pode te ajudar a reduzir os sintomas da prisão de ventre e todas as complicações que vêm junto com ela. Confira o que os especialistas aconselham e livre-se desse desconforto!

Coma mais fibras

São elas as responsáveis pela formação do bolo fecal, além de facilitar o trânsito dos alimentos no intestino. São, portanto, fundamentais para a manutenção da flora intestinal.

De acordo com o gastroenterologista Flavio Steinwurz, do Hospital Albert Einstein, as fibras podem ser divididas entre solúveis e insolúveis. As primeiras estão presentes em polpa de frutas e farelo de cereais e auxiliam no funcionamento do nosso metabolismo. As insolúveis - encontradas em verduras e alimentos integrais - são as que ajudam efetivamente no funcionamento intestinal, combatendo a prisão de ventre. "Deve-se ingerir de 25 a 35 gramas distribuídas ao longo do dia", recomenda o especialista.

Coma o bagaço das frutas

O gastroenterologista Roberto Rizzi, do Hospital São Luiz, explica que o bagaço de frutas possui uma alta concentração de fibras, o que melhora o funcionamento intestinal, auxilia no controle dos níveis sanguíneos de glicose e colesterol e fornece maior sensação de saciedade.

Beba muita água

É muito importante beber bastante água todos os dias, pois ela se mistura às fibras e fazem as fezes ficarem mais volumosas e pastosas, impedindo o ressecamento. "Com isso, o efeito das fibras sobre o movimento intestinal se torna mais eficaz", diz o gastroenterologista Flavio Steinwurz.

Segundo o gastroenterologista Roberto Rizzi, a necessidade diária de água varia para cada pessoa e é influenciada por diversos fatores, como a atividade física. "De maneira geral, para pessoas saudáveis, recomendamos a ingestão de dois litros de água por dia", sugere.

Pelo fato de a ingestão de água potencializar os efeitos das fibras, de nada adianta tomar litros de água por dia e não ingerir a quantidade adequada de fibras. O inverso também é valido.

Pratique exercícios

Os estudos sobre o assunto ainda são inconclusivos. É certo que, durante o exercício físico, o intestino tem o seu funcionamento estimulado, devido aos movimentos que o corpo faz. Porém, com relação ao alívio da prisão de ventre, algumas pesquisas mostram que a atividade física proporciona uma melhora, enquanto outras não conseguiram comprovar tal efeito.

Apesar disso, a prática de exercícios é essencial para a saúde, podendo contribuir de maneira até mesmo indireta para a cura da prisão de ventre.

Mastigue bem os alimentos

Mastigar bem não só ajuda o organismo a digeri-los melhor, como também evita o mal estar intestinal. A digestão de alguns alimentos já se inicia na boca, através da enzima amilase, e a mastigação faz parte desse processo. "Mastigar bem facilita o início do processo de digestão e, consequentemente, de todo o restante, incluindo o intestino", afirma o gastroenterologista Roberto Rizzi.

Fuja do estresse!

"Tanto o estresse quanto a ansiedade podem ocasionar sintomas gastrointestinais, seja ele uma prisão de ventre ou uma diarreia", conta o gastroenterologista Roberto Rizzi. Para aqueles que já sofreram do problema, o estresse pode fazer com que os sintomas retornem. Os especialistas recomendam a adoção de hobbies ou técnicas de relaxamento para a redução do estresse e da ansiedade.

Vá ao banheiro

Pessoas que não têm o hábito de ir regularmente ao banheiro podem apresentar maior irritabilidade, alterações no humor e agravamento dos sintomas de prisão de ventre.

"A recomendação é ir ao banheiro de uma a duas vezes por dia", explica o gastroenterologista Roberto Rizzi. Ele conta também que é importante reservar horários específicos do dia para a prática, pois assim o corpo se habitua e tem menos chances de desenvolver constipação intestinal.

Iogurte probiótico pode?

De acordo com o gastroenterologista Roberto Rizzi, o intestino tem a presença de bactérias boas e ruins. Quando as boas estão em grande quantidade, evitam os danos causados pelas ruins, que são os casos de diarreia, aumento do risco de câncer de cólon, dor abdominal, gases e outros.

Os iogurtes probióticos possuem uma série dessas bactérias boas. "Para ter um intestino saudável, devemos incluir os probióticos na nossa alimentação, pois eles vão equilibrar a flora intestinal", afirma Roberto. Eles devem estar presentes na alimentação juntamente com as fibras, pois um potencializará a ação do outro. "O consumo deve ser diário porque, uma vez que interrompido, perde-se o efeito desejado", completa.

Segundo o gastroenterologista Flavio Steinwurz, alguns iogurtes intitulados probióticos não possuem as bactérias necessárias para melhorar o funcionamento do intestino. Por isso, procure um médico antes de iniciar qualquer tratamento do tipo, pois ele indicará o iogurte mais adequado.

Fuja dessas ciladas!

Pessoas que sofrem com a prisão de ventre devem evitar alimentos ricos em gordura saturada, gordura trans, açúcar e sódio. Em relação às bebidas, é importante prestar atenção ao consumo daquelas com quantidades excessivas de açúcar, como refrigerantes e xaropes; cafeína, como chás e café; e sódio, como refrigerantes diet e isotônicos.

A ingestão desses alimentos pode prejudicar o pleno funcionamento do intestino, contribuindo para o aparecimento da prisão de ventre. "Por isso, devemos sempre realizar a leitura de rótulos na hora da compra, a fim de escolher produtos mais saudáveis", diz o gastroenterologista Roberto Rizzi.

Fonte: www.minhavida.com.br

Não é segredo para ninguém que as mudanças de temperatura têm impacto direto na saúde. Ainda mais com a chegada do outono e a proximidade do inverno, estações que nem sempre são favoráveis ao organismo. O segredo é estar preparado e saber se prevenir.

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Mudanças de temperatura: olhos e pele sofrem

A Sociedade Brasileira de Dermatologia alerta que a pele é um órgão que sofre no inverno. Principalmente porque quando a umidade do ar está menor e as temperaturas baixas, qualquer pessoa transpira menos. Por isso, é comum que a epiderme fique mais ressecada e não produza muita oleosidade natural.

Tais fatores, aliados com os banhos tipicamente quentes na estação, permitem que a pele adquira um aspecto esbranquiçado, resultado da desnaturação de proteínas. A hidratação do rosto e dos lábios se torna indispensável no período. Também é importante manter uma alimentação balanceada, rica em antioxidantes, que ajuda a manter a beleza em dia.

Caso a epiderme fique muito ressecada, podem ocorrer alguns problemas de ordem dermatológica. Entre as principais doenças da estação é possível citar a dermatite seborreica, caracterizada pela descamação da pele e a dermatite atópica, cujos principais sintomas são coceira e lesões cutâneas avermelhadas.

Embora a pele seja o foco das preocupações no inverno, a médica oftalmologista Marcia Beatriz Tartarella lembra que o risco de doenças oculares também cresce. Principalmente porque há maior propensão das pessoas se concentrarem em locais fechados e com aquecimento, o que favorece a proliferação de micro-organismos.

Um dos problemas comuns, de acordo com ela, é a conjuntivite, cujos primeiros sinais são olhos vermelhos, ardor e secreção. "Sempre que sentir quaisquer sintomas nos olhos, é fundamental buscar uma orientação médica, porque somente o especialista poderá identificar se o tipo da conjuntivite é viral ou bacteriana para indicação do tratamento mais adequado", adverte.

Conforme lembra a especialista, outro desconforto recorrente na época é a síndrome do olho seco, que acontece em decorrência da baixa umidade que predomina. Ela orienta que em caso de ardor, vermelhidão e sensibilidade à luz, sobretudo em ambientes com aquecimento ou no escritório, diante da exposição prolongada ao computador, é importante utilizar colírios lubrificantes.

Cuidados com a gripe H1N1

No inverno, não se pode deixar de ter uma atenção especial com as gripes e os resfriados, causados por diferentes tipos de vírus. Nos ambientes fechados é muito mais fácil contrair esses micro-organismos, que podem causar mal-estar e indisposição física.

Em 2016, há também o alerta máximo em relação à gripe suína (H1N1), que pode levar à morte. Causada pelo vírus influenza do tipo A, trata-se de uma infecção respiratória que demanda cuidados na prevenção.

Para evitar a doença, segundo o Ministério da Saúde, é importante higienizar sempre as mãos com álcool gel, evitar o compartilhamento de objetos e cobrir o nariz ao tossir e espirrar. A vacina também é importante e auxilia na prevenção contra o vírus.

Fonte: www.doutissima.com.br 

Alguns sinais como tornozelos ou pés inchados, cansaço extremo e tosse podem se caracterizar como Hipertensão Arterial Pulmonar, sabia? Sem falar que a doença pode ser confundida com enfermidades como asma ou bronquite. Por isso, é fundamental buscar o auxílio de um especialista para identificar os sintomas da HAP. Fique por dentro!

Hipertensao Arterial Pulmonar  saiba como e possivel identificar os sintomas da HAP

Já ouviu falar em Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP)? Os sintomas que podem ser facilmente confundidos de forma imediata com outras enfermidades respiratórias (asma, bronquite e até mesmo insuficiência cardíaca), devem ser avaliados de maneira criteriosa por um especialista, como explica Rogério Rufino, médico pneumologista da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.

"A HAP é uma doença grave, considerada rara, progressiva e sem cura. Embora possa atingir pessoas de todas as idades, a maior incidência é observada em mulheres adultas. Portanto, muito mais preocupante por ser mais ameaçadora do que vários tipos de câncer, a HAP se caracteriza devido ao aumento da pressão arterial pulmonar, que se dá por conta do estreitamento das artérias que desempenham a função de conduzir o sangue até os pulmões. Consequentemente, o coração sofre uma espécie de dilatação, que com o passar do tempo pode ficar sobrecarregado e falhar", esclarece.

Rogério lista alguns sintomas da hipertensão arterial pulmonar, como forma de alerta, para que ao procurar o auxílio médico, possa questionar sobre a possibilidade de estar com HAP. Confira!

- Falta de ar

- Cansaço extremo

- Desmaio

- Vertigem

- Fadiga

- Pele azulada (cianose)

- Dor torácica

- Tosse

- Tornozelos ou pés inchados

- Veias do pescoço distendidas

- Merece atenção: sensações de desfalecimento de forma frequente, durante a realização de alguma atividade, assim como a deficiência respiratória.

"As dificuldades ou até mesmo a impossibilidade para desempenhar atividades simples como escovar os dentes, subir escadas, tomar banho e fazer caminhada, são sinais pontuais de quem é diagnosticado com HAP. E para ajudar a identificar de forma definitiva a doença, o exame de ecocardiografia é indicado para que o especialista analise a disfunção do coração, além do cateterismo, que é capaz de medir a pressão arterial pulmonar. Mas, vale o ressalta a importância do acompanhamento do especializado, já que é possível realizar o tratamento com medicação, com o intuito de retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida dos portadores da doença", conclui.

Fonte: www.revistavivasaude.uol.com.br  

Glóbulos vermelhos, responsáveis por transportar oxigênio pelo corpo, são danificados pelos alimentos processados.

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A falta de tempo acaba fazendo com que muitas pessoas deixem de se alimentar de forma saudável e passem a ingerir muitas comidas processadas. Esse hábito, porém, pode aumentar o risco do surgimento do câncer.

Cientistas da Universidade de Swansea, no Reino Unido, descobriram que pessoas que consumem alimentos processados em grandes quantidades têm um aumento do número de número de glóbulos vermelhos danificados, com mutações ligadas ao câncer. Por outro lado, pessoas que com uma dieta rica em frutas e legumes produzem glóbulos vermelhos saudáveis.

Embora todas as células sanguíneas desenvolvam-se na medula óssea e entrem nos vasos sanguíneos para repor células existentes que morrem, os glóbulos vermelhos são responsáveis por transportar oxigênio dos pulmões para os órgãos e tecidos do corpo.

Dessa forma, essas células sanguíneas são essenciais para manter o corpo saudável: se elas estão danificadas, produzirão mais células defeituosas, que podem aumentar o risco de uma pessoa ter câncer.

Enquanto o pesquisador Dr. Hasan Haboubi, da Universidade de Swansea, vinha tentando desenvolver um exame de sangue para identificar o câncer, ele se deparou com esses resultados. "Nós descobrimos que esse estilo de vida e, especialmente, a dieta, está diretamente ligada à saúde das nossas células. Se tivermos uma dieta ruim, isso irá refletir no estado dessas células", disse ele ao The Times, no Festival de Ciência, no Reino Unido.

Muitas pessoas estão cientes do efeito que o consumo excessivo desses alimentos tem sobre o cérebro e a aparência física, mas pouco foi explorado sobre as consequências dos produtos processados sobre as células sanguíneas, aumentando o risco do câncer. Hambúrgueres, cachorros-quentes, batata frita e vários outros alimentos como esses podem causar mais prejuízos à saúde do que imaginamos.

Fonte: www.minhavida.com.br 

Longe de ser incomum, a endometriose é uma doença que atinge uma a cada dez mulheres em idade reprodutiva. As estimativas apontam que ela acomete 176 milhões delas no mundo todo e que, em média, 30% a 50% das que são diagnosticadas inférteis têm esse problema. Mas como detectar e tratar a condição?

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Inicialmente, é importante esclarecer que a endometriose é caracterizada pelo crescimento fora do útero de um tecido que normalmente o reveste: o endométrio. A boa notícia é que, quando diagnosticada precocemente, a condição pode ser controlada para que, futuramente, não prejudique as chances de uma gravidez. Por isso, é importante ter atenção aos sintomas.

Como identificar a endometriose

De acordo com o ginecologista e obstetra Francis Helber, o maior desafio é identificar os sintomas. Silenciosos, eles variam de mulher para mulher e podem ser facilmente confundidos com outras doenças ginecológicas, mas tendem a evoluir de forma progressiva a cada ciclo.

Geralmente, as mulheres acometidas pela endometriose têm períodos de muita dor na região pélvica, por causa de uma reação inflamatória crônica. Cólicas recorrentes, alterações intestinais e desconfortos na hora do sexo também podem ser alguns indícios. Portanto, diante de qualquer um dos sintomas, a recomendação é consultar um médico.

Conforme salienta Helber, devido ao avanço das pesquisas e à melhora progressiva da qualidade dos exames, hoje a doença pode ser tratada de forma cirúrgica. Diante de indícios de endometriose, portanto, o especialista pode solicitar um exame clínico, seguido de outros testes laboratoriais e de imagem.

Atualmente, podem ser solicitados testes como ultrassom transvaginal específico para endometriose, a ressonância magnética e, em determinados casos, a laparoscopia, que permite uma avaliação minuciosa das lesões. Essas são as primeiras etapas para um tratamento que diminuirá desconfortos e as chances de infertilidade.

Causas da doença

Especialistas divergem na hora de apontar as causas exatas da endometriose. Na verdade, ainda não se sabe exatamente o que desencadeia o problema. Estima-se que, em 51% dos casos, há fatores genéticos envolvidos.

O padrão de vida feminino atual, que envolve engravidar mais tarde, ter menos filhos e se submeter a um maior nível de estresse também já foi relacionado à doença. Essa teoria é sustentada pelo fator imunológico: com a imunidade celular comprometida, o problema poderia aparecer.

A relevância da endometriose na dificuldade de engravidar também ainda é estudada. Acredita-se que, quando mínima ou leve, ela pode prejudicar a função ovariana, peritoneal, das tubas uterinas e do endométrio, levando a uma fertilização ou implantação defeituosas.

Já em níveis moderados ou graves, ela pode provocar a infertilidade ou redução nas taxas de gravidez. Diante dessa constatação, o ideal é se prevenir e não ignorar quaisquer desconfortos que podem ter algum tipo de ligação com a endometriose.

Fonte: www.doutissima.com.br 

De um lado, a esperança de tratamento para a doença que ocasiona cerca de 190 mil óbitos por ano no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Do outro, o temor das reações adversas que podem ser causadas por um medicamento ainda em fase de testes. Não é à toa que a pílula do câncer tem gerado polêmica.

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Nem mesmo os especialistas chegam a um consenso. Naturalmente, a perspectiva de um remédio capaz regredir tumores é positiva. A dúvida fica por conta da aprovação da Lei 13.269 sem que a fosfoetanolamina tenha sua eficácia comprovada cientificamente.

Entenda a polêmica sobre a pílula do câncer

O burburinho relacionado à pílula começou no ano passado. Relatos de cura a partir do medicamento alimentaram a fé de pacientes oncológicos. Enquanto isso, a substância era sintetizada e distribuída na Universidade de São Paulo (USP) por determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo, mesmo sem aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Foram os próprios pesquisadores da USP, porém, que recorreram à justiça para informar que a eficácia, a segurança e a qualidade do remédio à base de fosfoetanolamina eram incertas. Assim, a distribuição foi suspensa. Foi então que o Governo Federal decidiu financiar pesquisas para testar a chamada pílula do câncer.

Inclusive, foi disponibilizado um site para a população acompanhar os testes – ainda em andamento. De acordo com nota publicada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pelo Ministério da Saúde no portal, a aprovação da lei que autoriza o uso da fosfoetanolamina sintética vai ampliar os estudos sobre o medicamento.

Para a maioria da classe médica, a dúvida que fica é por que o uso da substância foi aprovado se as pesquisas estão em andamento. A Sociedade Brasileira de Cancerologia, por meio de nota oficial, se posicionou contrária à utilização do remédio no tratamento de pacientes oncológicos.

O médico Auro Del Giglio, chefe do Departamento de Oncologia Clínica do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), também se manifestou contrário à aprovação da fosfoetanolamina antes do término dos testes. Ele acredita que seriam necessários, no mínimo, quatro anos de pesquisas para se ter ideia dos efeitos da substância no organismo.

"Esta não é uma forma adequada para se liberar um medicamento. É preciso primeiramente saber se ele apresenta resultados positivos. A aprovação desta droga, sem respaldo científico, é perigosa", afirmou Giglio.

Do outro lado, pacientes com câncer e suas famílias consideram a liberação uma conquista, já que a pílula é vista por muitos como uma possibilidade de revolucionar a medicina e melhorar a expectativa de vida de quem sofre com a doença.

Pílula do câncer: eficaz ou não?

Em termos gerais, há relatos de casos em que a fosfoetanolamina foi eficaz na redução de tumores, mas há também ocorrências em que a substância não foi capaz de frear a doença. Cientificamente, nada foi confirmado.

Os primeiros testes realizados pelo MCTI concluíram que a substância não é pura e não apresenta eficácia contra células cancerígenas em testes in vitro. Porém, os defensores da fosfo – como é apelidada – lembra que existem interesses da indústria farmacêutica por trás da liberação ou não do medicamento.

A justificativa é de que se trata de uma alternativa mais barata e menos radical do que a quimioterapia, tradicionalmente usada ao longo do tratamento oncológico. A boa notícia é que, com a iniciativa federal de verbas para pesquisa, a resposta sobre a eficácia da pílula já está em desenvolvimento.

Fonte: www.doutissima.com.br 

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