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1648724-les-sports-qui-font-le-plus-maigrirSobrepeso, seios grandes e problemas de visão causam dor nas costas.

Você anda sentindo dores que não sabe de onde vêm? Não é só a má postura no uso do computador ou ao assistir à televisão que fazem mal para a sua coluna e rendem problemas nas costas. "O corpo é como uma balança, se algo pesa de um lado, os músculos e as articulações sofrem as consequências do outro" afirma o fisioterapeuta Oldack Borges de Barros.

As costas curvadas, por exemplo, fazem com que a cabeça seja puxada para cima, para possibilitar o olhar para frente - efeito: aumentam os riscos de dores na coluna. E se a barriga faz com que o corpo tenda para frente, a região lombar se inclina para suportar o peso e até para se sentar você sente dores.

Os problemas não param aí e precisam ser olhados com atenção para evitar danos mais graves. Fique atento às principais causas de desvios posturais e agende uma consulta caso você note alguma das alterações no seu corpo.

Barriguinha saliente

A barriga fora de forma costuma ser projetada para frente. "Essa mudança de eixo postural causa uma hiperlordose lombar, que é o aumento da curvatura dessa parte da coluna", explica a fisioterapeuta Camila Luisa Sato, especializada em osteopatia. O bumbum fica mais empinado e comumente surgem dores na região inferior da coluna. Se abaixar ou mesmo sentar em cadeiras ou bancos mais baixos tendem a causar dor. A correção, neste caso, inclui o fortalecimento e alongamento dos músculos abdominais e a diminuição na curvatura da lombar.

Mais alto que a média

"Quem é muito alto geralmente tem que se curvar para conversar com as pessoas mais baixas. Com o tempo, essa postura gera um aumento da curvatura torácica (a corcunda)" afirma o fisioterapeuta Oldack. Consequentemente, há a acentuação da curva da cervical, num esforço para projetar a cabeça para a frente e mantê-la alinhada com o horizonte. A fisioterapia, o RPG e o pilates podem ajudar a desenvolver a conscientização corporal e o alongamento da região peitoral, trazendo solução ao problema.

Seios muito grandes

Os seios que são muito grandes pesam e podem fazer com que a curvatura torácica da coluna se acentue. Em consequência surgem dores e pode haver a necessidade de fazer cirurgia para reduzir o tamanho das mamas.

Para não deixar o problema chegar nesse estágio, a fisioterapeuta Camila dá a dica: faça exercícios que fortalecem a musculatura das costas e associe com alongamentos, principalmente dos músculos peitorais. Assim ficará mais fácil aguentar o peso e evitar encurtamentos.

A fisioterapeuta explica ainda que essas dores são muito comuns após o implante de próteses de silicone. "Nesses casos, o corpo não está preparado para suportar o acréscimo de peso aos seios e terá que encontrar um novo equilíbrio corporal".

Problemas de visão

O sistema visual, juntamente com os sistemas vestibular e proprioceptivo, é responsável por manter o equilíbrio do corpo e, consequentemente, manter a nossa postura. Assim, qualquer alteração da visão não tratada prejudica o equilíbrio do corpo e pode causar alterações de postura.

A mais comum delas é a hiperlordose cervical, ou seja, a projeção da cabeça para frente. Esse é um gesto comum em pessoas que têm problema de visão e esforçam-se para lançar o olhar mais adiante. "A compensação que o corpo faz é aumentar a cifose torácica (fazendo uma corcunda) com o objetivo de manter o equilíbrio", explica Camila Luisa.

Antes mesmo de procurar um ortopedista ou fisioterapeuta, vá ao oftalmologista para resolver a causa do problema.

Pé chato

Também chamado de pé plano, o pé chato causa uma inclinação dos ossos do tornozelo para dentro (o chamado pé pronado). Em consequência o joelho fica valgo, ou seja, inclinado para dentro. Essas alterações causam um realinhamento postural e podem causar dores, principalmente nos joelhos e quadril.

Usar palmilhas feitas sob medida e com recomendação de profissional qualificado pode melhorar o quadro. Mas se as alterações, principalmente do joelho, já estiverem instaladas, o fisioterapeuta Oldeck recomenda procurar métodos de tratamento como a fisioterapia e o RPG.

Sobrepeso

Uma pessoa com sobrepeso pode apresentar uma série de alterações posturais. Isso porque a concentração de gordura causa instabilidade músculo-esquelética, alterações do equilíbrio corporal, encurtamento da muscular da região posterior das pernas e coluna e alongamento excessivo da região anterior do corpo. Ou seja, muda completamente o alinhamento corporal.

A hiperlordose lombar e a inclinação anterior da pelve são as alterações mais marcantes. Juntas, elas podem ocasionar a rotação interna das pernas e aparecimento dos joelhos valgos (voltados para dentro) e pés planos - sem a curvatura natural na sola.

Emagrecer ajuda na correção. Mas, por já estar adaptado à postura inadequada, o corpo não se alinhará automaticamente. Exercícios posturais, feitos com supervisão de fisioterapeuta, são fundamentais durante e após o emagrecimento.

Bumbum grande

Uma pessoa com um bumbum grande, provavelmente terá uma hiperlordose (aumento da curvatura lombar), e isso pode causar a famosa dor lombar. "Para equilibrar o encurtamento da musculatura lombar, causado pela hiperlordose, a musculatura inferior do abdômen enfraquece. Além da flacidez, o músculo sofre com a falta de irrigação sanguínea e não contrai ou relaxa com a mesma eficiência, o que favorece ainda mais o acúmulo de gordura", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de RPG.

Fonte: www.minhavida.com.br

Os sintomas de anemia indicam que está na hora de mudar os hábitos alimentares. A pouca concentração de glóbulos vermelhos presentes no sangue é responsável por diversos traços que podem prejudicar a sua qualidade de vida e bem-estar. É preciso ficar de olho em todos os sinais que o corpo dá para não ter surpresas.

Se você está com falta de ar, palidez na pele e dores musculares, é momento de investigar. A anemia traz diversos malefícios para o organismo e vida pessoal. Crianças que enfrentam essa condição tem dificuldade para manter as suas tarefas em dia, não conseguem aprender as matérias estudadas em aula e pode ter o seu desenvolvimento comprometido.

Sintomas de anemia

Todos os sintomas de anemia apresentados no paciente são resultantes da redução do volume de sangue que está circulando pelo corpo. Após a identificação de mais de três sinais, entre em contato com um médico. O diagnóstico precoce evita o desenvolvimento de diversas consequências desagradáveis para a qualidade de vida.

- Para não ficar na dúvida, veja alguns dos sinais mais comuns:

- Queda de pressão constante e que aparece em diversos momentos do dia

- Aspecto esbranquiçado na pele e em grande parte das mucosas. A palidez pode ser vista nas gengivas, unhas e interior dos olhos

- Sensação de cansaço que não melhora com boas noites de sono

- Tontura e fraqueza

- Dores musculares em diversas regiões do corpo

- Muito sono e dificuldade para se concentrar

- Falta de ar ou dificuldade para respirar

- Batimentos acelerados e taquicardia

- Pouca vontade de se alimentar.

- Diagnóstico é indispensável

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O paciente que está com sintomas de anemia deve entrar em contato rapidamente com clínico geral ou especialista. As avaliações clínicas e os exames laboratoriais de sangue são essenciais para o diagnóstico da doença. O tratamento deve ser definido após a identificação das principais causas dessa condição.

A anemia mais comum entre pacientes é a ferropriva, que é causada pela baixa concentração de ferro no sangue. Para combater os efeitos dessa condição, é necessário investir em uma alimentação rica em carnes, verduras na cor verde e feijão. Um nutricionista pode contribuir para a criação de uma dieta adequada.

O profissional escolhido pode recomendar ainda o uso de alguns medicamentos para o equilíbrio dos minerais, proteínas e vitaminas que estão em déficit no sangue. Eles devem ser administrados até que a saúde melhore.

Outra sugestão é a inclusão de alimentos industrializados enriquecidos com ferro. Existem farinhas, cereais e derivados do leite específicos para quem apresenta os sintomas de anemia. Procure por esses produtos e converse com a sua nutricionista – não é recomendado consumir os nutrientes em excesso, equilíbrio é essencial.

Fonte: http://doutissima.com.br/

Você sabia que 16% da população brasileira com mais de 18 anos fuma? O dado é do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e revela uma realidade esquecida: o fumante passivo também sofre as consequências do vício e pode inalar até 4.700 substâncias tóxicas que são lançadas no ar.

Que o hábito de fumar é perigoso e traz péssimas consequências para a saúde, todos já sabem. O que poucos comentam, no entanto, são os riscos para quem tem alguém próximo que não abre mão da nicotina.

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Riscos do cigarro para o fumante passivo

A Lei Antifumo nº 12.546/2011 foi criada em 2011 e proibiu o consumo de cigarros em ambientes parcialmente ou totalmente fechados em todo o país. Apesar disso, quem convive com um fumante em casa não tem como fugir. O vício, de acordo com o Inca, mata mais de 2.655 pessoas que não fumam, mas inalam as substâncias perigosas.

O fumante passivo desenvolve irritações nos olhos e nariz após alguns dias de contato direto com a fumaça. Ao longo do tempo, doenças respiratórias mais graves podem ser desencadeadas. A pneumonia e o câncer de pulmão são as enfermidades mais perigosas e que trazem o risco iminente de morte.

A audição dos jovens também pode ser afetada pelas substâncias presentes no cigarro. De acordo com pesquisa da Universidade de Medicina de Nova York, nos Estados Unidos, adolescentes que são fumantes passivos têm o dobro de risco de desenvolver a perda auditiva, quando comparados aos que não inalam o ar tóxico.

A fumaça no ar ainda traz péssimas consequências para o sistema vascular. O fumante passivo pode apresentar mudanças na pressão sanguínea e o risco de desenvolver doenças graves como AVC e infarto.

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Viva sem medo

O fumante passivo que já apresenta sintomas de doenças respiratórias deve entrar em contato com pneumologista. A rinite, asma e sinusite podem ser aliviadas rapidamente com algumas mudanças na rotina. Enfermidades mais graves como câncer de pulmão e pneumonia pedem tratamentos mais fortes e duradouros.

Tentar conscientizar o fumante sobre os riscos do cigarro é o primeiro passo a ser tomado. Converse, explique e mostre dados chocantes. Se a resposta for positiva, marque consulta com pneumologista e peça por métodos que auxiliem no combate ao vício de maneira saudável e sem trazer angústia ou ansiedade.

O fumante que não abrir mão do vício deve enfrentar regras para não prejudicar a saúde de seus familiares. Criar um horário específico para o fumo e escolher um ambiente aberto são medidas que podem melhorar a qualidade de vida.

Fonte: www.doutissima.com.br

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Mudanças muito simples mesmo fazem ele bater mais forte

O Ministério da Saúde estima que 31,5% dos óbitos no Brasil são provocados por doenças cardiovasculares, tornando-se a primeira causa de morte entre a população brasileira. A doença mata por ano, 7.6 milhões de pessoas no mundo todo, devido às suas complicações como AVC, infarto, entre outras.

A hipertensão arterial e obesidade são consideradas duas das maiores vilãs da saúde do coração. Segundo dados do Ministério, cerca de 30 milhões de brasileiros têm hipertensão e há outros 12 milhões de brasileiros que ainda não sabem que possuem a doença no Brasil. Quando não controlada, a pressão arterial causa lesões na artéria aorta e provoca a sobrecarga do coração, que fica com o músculo mais rígido, aumenta de tamanho e fica inchado. Já o excesso de peso, principal causador da hipertensão, exige um esforço maior não só do coração, mas também de todo o sistema circulatório, sendo a principal causa do aumento da pressão e podendo levar ao desenvolvimento de insuficiência cardíaca, ou seja, da diminuição da capacidade do coração de cumprir a sua função de bombear efetivamente o sangue, que corre por todo o corpo, alimentando órgãos e tecidos vitais. Por isso, manter hábitos saudáveis é fundamental para blindar o coração. A seguir, confira 12 maneiras de proteger esse órgão vital.

Sono reparador

Estudos recentes apontam que cerca de 40% dos indivíduos hipertensos sofrem também de apneia obstrutiva do sono, alertando para uma relação entre as doenças. A apneia atinge aproximadamente sete em cada 100 pessoas e a incidência é maior no sexo masculino. Estima-se que 24% dos homens de meia-idade e 9% das mulheres são afetados pela apneia. A doença caracteriza-se pelo ronco que segue em um mesmo ritmo, vai ficando mais alto e, de repente, é interrompido por um período de silêncio. Neste momento, a pessoa fica totalmente sem respiração, mas, logo o ronco volta ao ritmo inicial. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), Artur Beltrame Ribeiro, quem sofre de apneia do sono apresenta mais variabilidade da pressão e o aumento está ligado à lesão dos órgãos-alvo, como coração, cérebro e rins. Além disso, uma noite bem dormida tem a ver com viver mais, de acordo com um estudo da Universidade de Warwick e da Universidade Federico II, na Itália. De acordo com os pesquisadores, quem dorme menos de seis horas ou mais de oito ao dia tem 12% a mais de chance de morrer. Com a qualidade do sono prejudicado, crescem os ricos de acidentes, por conta da sonolência, e de ataques cardíacos em função do estresse.

Combata o estresse

O colesterol alto, que causa a hipertensão e obstrui as artérias do coração, é um dos efeitos do excesso de estresse. A ansiedade aumenta a liberação de cortisol no organismo, hormônio que faz crescer a concentração de glicose no sangue, desencadeando problemas como diabetes, altos níveis de triglicérides e descontrole de colesterol. Cada vez que você fica ansioso, a quantidade de radicais livres que passam a circular no seu organismo aumenta. Com a ansiedade, a presença dos radicais livres no organismo aumenta, podendo gerar o agravamento de problemas cardíacos. Isso porque eles interagem com o colesterol em excesso no organismo, formando placas nas paredes dos vasos sanguíneos, além de piorar certas doenças inflamatórias e causar envelhecimento.

Prefira os óleos vegetais

Na luta para abaixar os níveis de colesterol, em vez de apenas restringir o consumo dos tradicionais vilões do coração (como as gorduras saturadas), você pode recorrer à ajuda de alguns mocinhos. O óleo de canola e o azeite de oliva são bons exemplos de alimentos que você deve incluir na dieta. Segundo a nutricionista Roberta Stella, as gorduras monoinsaturadas presentes nos dois tipos de óleos vegetais ajudam a reduzir as taxas de LDL, o mal colesterol. Já os óleos vegetais ricos em gorduras poliinsaturadas, como o de soja, girassol e milho, aumentam os níveis de HDL, considerado como bom colesterol. A dica da especialista, portanto, é, além de ficar de olho na quantidade de gorduras saturadas e trans, dar preferência aos alimentos com maior quantidade de gorduras mono e poli-insaturadas.

Maneire nas carnes

Principalmente a carne vermelha apresenta uma quantidade maior de colesterol. Ainda mais se conter capas generosas de gordura. Porém, isso não significa que elas devem ser totalmente excluídas do seu cardápio. "Controlando a ingestão dos outros alimentos fontes de colesterol, é possível ingerir carne vermelha até três vezes por semana", diz a nutricionista Roberta Stella. O fato de as carnes vermelhas oferecerem mais colesterol, no entanto, não faz com que os outros tipos de carnes possam ser consumidos à vontade. De acordo com Roberta, as carnes brancas e magras também possuem colesterol e, por isso, devem ser dosadas. "Os alimentos que contêm colesterol devem ser monitorados de uma forma geral. Leve em conta que o total da gordura obtido em um dia deve ser menor que 300 mg", completa. Uma dica: 100 gramas de contra-filé grelhado com gordura contêm 144 mg de colesterol. Sem a gordura, a quantidade diminui para 102 mg.

Até o açúcar?

Isso mesmo. Um estudo publicado no Journal of American Medical Association sugere que, assim como uma dieta rica em gordura pode aumentar os níveis de triglicerídeos e colesterol, a ingestão de açúcar também pode afetar as taxas de lipídios. Para a realização do estudo, foram analisados os níveis de lipídios no sangue em mais de seis mil homens e mulheres adultos. Os pesquisadores descobriram que pessoas que consumiam mais açúcar tinham maior propensão de ter uma doença cardiovascular. Os cientistas não sabem ao certo que processo está envolvido nessa ligação do açúcar com o colesterol, pois até hoje, o que se sabia era a associação entre o consumo de açúcar e o diabetes. No estudo, o grupo de maior consumo ingeria uma média de 46 colheres de chá de açúcares "escondidos" nos alimentos por dia. O grupo de menor consumo ingeria uma média de apenas cerca de três colheres de chá por dia.

Vegetais - sempre!

Um importante estudo científico divulgado no periódico americano Circulation demonstrou que o consumo de proteínas de origem vegetal está associado à redução da pressão arterial, ao mesmo tempo em que confirmou estudos anteriores de que o consumo total de proteínas não aumenta os níveis de pressão sanguínea. O ácido glutâmico, principal aminoácido encontrado nas proteínas vegetais, é um dos micronutrientes que ajudam a controlar a pressão arterial. Essa é uma das formas de se explicar a razão pela qual os vegetarianos têm menor tendência a desenvolver hipertensão arterial.

Vitamina D

Um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. Este nutriente pode ser encontrado em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Portanto, 15 minutinhos de exposição ao sol são mais do que recomendados. O nutriente também é importante no processo de absorção de cálcio e fósforo no intestino e na mineralização, ou seja, crescimento e reparo dos ossos.

Vinho sim!

Um estudo publicado no "Public Library of Science One", mostra que pequenas doses de resveratrol, um tipo de substância antioxidante presente nas uvas, em especial as tintas, protegem o coração contra o envelhecimento e reduzem os níveis de colesterol ruim, o LDL. No entanto, não vale exagerar: uma taça de vinho por dia é suficiente para dar proteger o coração sem maltratar o fígado, por conta do teor alcoólico.

Ouça a música do coração

Um estudo realizado pela Universidade de Maryland, nos EUA, com 10 participantes que não tinham nenhuma doença aparente constatou que quando eles ouviam por 30 minutos suas músicas preferidas ocorria a dilatação dos vasos sanguíneos. Esse gesto se equipara a reação de uma gargalhada, ao fazer atividades físicas ou quando tomavam medicações para o sangue. O diretor da cardiologia da instituição, Michael Miller, explica que ocorreu um aumento de 26% no diâmetro dos vasos, enquanto ao ouvirem uma música que não agradava ocorria uma redução de 6%. Dessa forma, o sangue flui mais facilmente, reduzindo as chances de formação de coágulos que causam infartos e derrames, além de reduzir os riscos do endurecimento dos vasos, característicos da aterosclerose.

Maneire no sal

Pesquisas científicas já comprovaram a relação direta entre o consumo de sódio e a hipertensão arterial. De acordo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o brasileiro consome em média 12 gramas de sal por dia, quando o recomendado seria limitar essa ingestão a 6 gramas. Em geral, a quantidade é alta porque, além do sal contido no alimento industrializado, as pessoas não dispensam apelar para o saleiro durante as refeições. De acordo com a nutricionista Eliane Cristina de Almeida, da Unifesp, o maior perigo do sódio é que ele está escondido nos alimentos. "Alimentos como fast-food, comida congelada, salgadinhos, biscoitos, refrigerantes, cereal matinal, embutidos, chocolate, carne bovina, leite e derivados contém boa quantidade de sódio que não costumamos perceber", diz a especialista.

Use fio dental

Uma pesquisa feita por cientistas da Itália e do Reino Unido, publicada no site do Jornal da Faseb (do inglês, "The Federation of American Societies for Experimental Biology"), mostra que gengivas infectadas podem ser um fator de risco para desenvolver problemas no coração. De fato, uma adequada higiene dental pode reduzir o risco de aterosclerose, derrame e doenças no coração, independentemente de outras medidas, como o controle do colesterol. "Há muito tempo se suspeita de que a aterosclerose é um processo inflamatório e que a doença periodontal tem um importante papel na aterosclerose", afirma Mario Clerici, pesquisador do estudo.

Dieta mediterrânea

A dieta típica da região banhada pelo Mar Mediterrâneo , ela é conhecida por seus benefícios ao coração. Os principais participantes dos pratos são as gorduras protetoras, que agem contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares , diz a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella. Ela aumenta o nível de colesterol bom (HDL) e diminuir as taxas do colesterol ruim (LDL) do sangue, além de evitar a obstrução das artérias. Dentre as principais características dessa dieta, estão o baixo consumo de carne vermelha, a ingestão de frutas, cereais e nozes, o alto consumo de peixes, o consumo moderado de vinho e o azeite de oliva como fonte de gordura saudável. Além disso, os peixes contêm ômega 3, reconhecido como um nutriente cardioprotetor, isto é, beneficia a saúde cardiovascular.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/

A temperatura do corpo humano é constante e varia apenas dependendo do horário do dia. Em média, ela fica em torno de 36Cº (pela manhã) a 37Cº (à noite). Alterações inesperadas, portanto, podem ser sinais de infecção ou até alterações mais graves no organismo, como a presença de algum tumor. É por isso que a febre exige atenção.

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Paulo Olzon Monteiro da Silva, infectologista e clínico geral da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que a febre se caracteriza pela temperatura corporal acima dos valores mencionados. Isso ocorre quando o hipotálamo, parte do cérebro responsável por regular essa temperatura, entra em contato com determinadas proteínas ou partículas.

O que causa a febre?

De acordo com o especialista, a febre costuma ser desencadeada por vírus, bactérias, fungos e protozoários presentes no organismo. Eles é que liberam as partículas e proteínas que, em contato com o hipotálamo, desregulam a temperatura do corpo. Mas há ainda outras possíveis causas por trás do quadro.

Segundo Silva, tumores e glóbulos brancos também podem ter uma relação direta com a alteração da temperatura corporal, assim como doenças específicas, como as reumáticas. "Até mesmo o uso de alguns remédios pode causar febre", acrescenta o médico. Ele ressalta que, eventualmente, problemas emocionais ocasionam febre baixa.

O mais importante, portanto, é ficar atento às causas do problema. "A febre, por si só, dificilmente causa problemas. Mas ela é indicativa de alguma doença – e esta sim deve ser investigada quanto à sua causa", salienta o infectologista.

Saiba quando a febre alta é sinal de perigo

A febre se torna um sintoma preocupante quando o problema que está por trás dela não é tratado e há uma predisposição do indivíduo para complicações. "Quando muito elevada, ela pode até provocar convulsões", explica o infectologista. Mas usar muitos remédios para controlar o quadro também não é o mais indicado.

"Há uma condição chamada de hipertermia maligna, que pode ser causada pelo uso de medicação anestésica. Ela deve ser tratada com muito rigor, pois o corpo pode atingir temperaturas muito elevadas a ponto de causar a morte", alerta Silva. Diante de um episódio de febre, a melhor alternativa é procurar um médico para detectar as causas do sintoma.

Já quando o assunto é a necessidade baixar a febre, o médico é categórico: tudo depende de como o paciente está reagindo. "Ela é sentida de formas diferentes pelas pessoas. Há as que, mesmo com temperatura muito elevada, ainda se sentem bem, mas há também as que se sentem muito mal com pequenas elevações", esclarece.

De acordo com o médico, como o próprio corpo se encarrega de aumentar a produção de anticorpos diante de uma febre, não há necessidade de tentar baixá-la. Mas se a pessoa se sentir muito mal, banhos mornos e antitérmicos via oral são alternativas para atenuar o incômodo.

Fonte: http://doutissima.com.br/ 

A cãibra é a contração dolorosa e sorrateira dos músculos. Pode durar desde segundos até minutos. A única constante é o sofrimento de quem passa por esse problema. Mas apesar de tanta dor, não se trata de um quadro grave. Além disso, é possível prevenir o seu surgimento.

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Origem da cãibra

A dor causada pela cãibra é reflexo de uma contração involuntária dos músculos. Isso somente acontece quando existe carência de sais minerais e até de água no corpo. Em geral, a região afetada está com pouca quantidade de sódio, potássio e outros nutrientes, por exemplo.

O problema costuma aparecer após a prática exaustiva de alguma atividade física. É uma consequência do esforço muscular somado à falta de nutrientes. No entanto, a cãibra também pode surgir durante o sono, pois é quando o corpo e os músculos relaxam.

Como aliviar a dor

Se você for pego por uma crise de cãibra, a dica é se alongar. Esticar a área que está sofrendo a contração promoverá uma melhor circulação do sangue naquela região. Com isso, os nutrientes que estão ausentes nessa área serão repostos.

Mas esse incômodo não pode se tornar constante. Caso as cãibras estejam ocorrendo com frequência, a recomendação é procurar um profissional e fazer uma análise. Talvez o problema seja nas articulações, o que exige um olhar mais aprofundado.

Para a prevenção da cãibra, o indicado é alterar alguns hábitos de vida e da alimentação. Veja algumas dicas:

Calçados

É importante usar o calçado adequado para a prática de exercícios físicos. Isso se reflete na musculatura. O mesmo vale para quem fica muito tempo em pé.

Alimentação

É preciso se alimentar de forma saudável. Os alimentos com nutrientes que podem ajudar a prevenir as dores são uva, castanha-do-pará, amendoim, aveia, banana, beterraba, batata, repolho, avelã, verduras escuras e frutas.

Água

Manter o corpo constantemente hidratado é outra dica básica para não sofrer com as cãibras.

Exercícios

A prática de atividades físicas é necessária e sempre recomendada. Mas os limites do corpo devem ser respeitados e não podem chegar a causar dores devido o desgaste. Não é à toa que o problema é comum em atletas profissionais.

fonte: http://doutissima.com.br/ 

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