Telefone: (73) 3617-4400

Blog

Glóbulos vermelhos, responsáveis por transportar oxigênio pelo corpo, são danificados pelos alimentos processados.

embutidos-medicocontesta.com

A falta de tempo acaba fazendo com que muitas pessoas deixem de se alimentar de forma saudável e passem a ingerir muitas comidas processadas. Esse hábito, porém, pode aumentar o risco do surgimento do câncer.

Cientistas da Universidade de Swansea, no Reino Unido, descobriram que pessoas que consumem alimentos processados em grandes quantidades têm um aumento do número de número de glóbulos vermelhos danificados, com mutações ligadas ao câncer. Por outro lado, pessoas que com uma dieta rica em frutas e legumes produzem glóbulos vermelhos saudáveis.

Embora todas as células sanguíneas desenvolvam-se na medula óssea e entrem nos vasos sanguíneos para repor células existentes que morrem, os glóbulos vermelhos são responsáveis por transportar oxigênio dos pulmões para os órgãos e tecidos do corpo.

Dessa forma, essas células sanguíneas são essenciais para manter o corpo saudável: se elas estão danificadas, produzirão mais células defeituosas, que podem aumentar o risco de uma pessoa ter câncer.

Enquanto o pesquisador Dr. Hasan Haboubi, da Universidade de Swansea, vinha tentando desenvolver um exame de sangue para identificar o câncer, ele se deparou com esses resultados. "Nós descobrimos que esse estilo de vida e, especialmente, a dieta, está diretamente ligada à saúde das nossas células. Se tivermos uma dieta ruim, isso irá refletir no estado dessas células", disse ele ao The Times, no Festival de Ciência, no Reino Unido.

Muitas pessoas estão cientes do efeito que o consumo excessivo desses alimentos tem sobre o cérebro e a aparência física, mas pouco foi explorado sobre as consequências dos produtos processados sobre as células sanguíneas, aumentando o risco do câncer. Hambúrgueres, cachorros-quentes, batata frita e vários outros alimentos como esses podem causar mais prejuízos à saúde do que imaginamos.

Fonte: www.minhavida.com.br 

Longe de ser incomum, a endometriose é uma doença que atinge uma a cada dez mulheres em idade reprodutiva. As estimativas apontam que ela acomete 176 milhões delas no mundo todo e que, em média, 30% a 50% das que são diagnosticadas inférteis têm esse problema. Mas como detectar e tratar a condição?

endometriose-doutissima-istock

Inicialmente, é importante esclarecer que a endometriose é caracterizada pelo crescimento fora do útero de um tecido que normalmente o reveste: o endométrio. A boa notícia é que, quando diagnosticada precocemente, a condição pode ser controlada para que, futuramente, não prejudique as chances de uma gravidez. Por isso, é importante ter atenção aos sintomas.

Como identificar a endometriose

De acordo com o ginecologista e obstetra Francis Helber, o maior desafio é identificar os sintomas. Silenciosos, eles variam de mulher para mulher e podem ser facilmente confundidos com outras doenças ginecológicas, mas tendem a evoluir de forma progressiva a cada ciclo.

Geralmente, as mulheres acometidas pela endometriose têm períodos de muita dor na região pélvica, por causa de uma reação inflamatória crônica. Cólicas recorrentes, alterações intestinais e desconfortos na hora do sexo também podem ser alguns indícios. Portanto, diante de qualquer um dos sintomas, a recomendação é consultar um médico.

Conforme salienta Helber, devido ao avanço das pesquisas e à melhora progressiva da qualidade dos exames, hoje a doença pode ser tratada de forma cirúrgica. Diante de indícios de endometriose, portanto, o especialista pode solicitar um exame clínico, seguido de outros testes laboratoriais e de imagem.

Atualmente, podem ser solicitados testes como ultrassom transvaginal específico para endometriose, a ressonância magnética e, em determinados casos, a laparoscopia, que permite uma avaliação minuciosa das lesões. Essas são as primeiras etapas para um tratamento que diminuirá desconfortos e as chances de infertilidade.

Causas da doença

Especialistas divergem na hora de apontar as causas exatas da endometriose. Na verdade, ainda não se sabe exatamente o que desencadeia o problema. Estima-se que, em 51% dos casos, há fatores genéticos envolvidos.

O padrão de vida feminino atual, que envolve engravidar mais tarde, ter menos filhos e se submeter a um maior nível de estresse também já foi relacionado à doença. Essa teoria é sustentada pelo fator imunológico: com a imunidade celular comprometida, o problema poderia aparecer.

A relevância da endometriose na dificuldade de engravidar também ainda é estudada. Acredita-se que, quando mínima ou leve, ela pode prejudicar a função ovariana, peritoneal, das tubas uterinas e do endométrio, levando a uma fertilização ou implantação defeituosas.

Já em níveis moderados ou graves, ela pode provocar a infertilidade ou redução nas taxas de gravidez. Diante dessa constatação, o ideal é se prevenir e não ignorar quaisquer desconfortos que podem ter algum tipo de ligação com a endometriose.

Fonte: www.doutissima.com.br 

De um lado, a esperança de tratamento para a doença que ocasiona cerca de 190 mil óbitos por ano no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Do outro, o temor das reações adversas que podem ser causadas por um medicamento ainda em fase de testes. Não é à toa que a pílula do câncer tem gerado polêmica.

pilula-do-cancer-doutissima-istock

Nem mesmo os especialistas chegam a um consenso. Naturalmente, a perspectiva de um remédio capaz regredir tumores é positiva. A dúvida fica por conta da aprovação da Lei 13.269 sem que a fosfoetanolamina tenha sua eficácia comprovada cientificamente.

Entenda a polêmica sobre a pílula do câncer

O burburinho relacionado à pílula começou no ano passado. Relatos de cura a partir do medicamento alimentaram a fé de pacientes oncológicos. Enquanto isso, a substância era sintetizada e distribuída na Universidade de São Paulo (USP) por determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo, mesmo sem aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Foram os próprios pesquisadores da USP, porém, que recorreram à justiça para informar que a eficácia, a segurança e a qualidade do remédio à base de fosfoetanolamina eram incertas. Assim, a distribuição foi suspensa. Foi então que o Governo Federal decidiu financiar pesquisas para testar a chamada pílula do câncer.

Inclusive, foi disponibilizado um site para a população acompanhar os testes – ainda em andamento. De acordo com nota publicada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pelo Ministério da Saúde no portal, a aprovação da lei que autoriza o uso da fosfoetanolamina sintética vai ampliar os estudos sobre o medicamento.

Para a maioria da classe médica, a dúvida que fica é por que o uso da substância foi aprovado se as pesquisas estão em andamento. A Sociedade Brasileira de Cancerologia, por meio de nota oficial, se posicionou contrária à utilização do remédio no tratamento de pacientes oncológicos.

O médico Auro Del Giglio, chefe do Departamento de Oncologia Clínica do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), também se manifestou contrário à aprovação da fosfoetanolamina antes do término dos testes. Ele acredita que seriam necessários, no mínimo, quatro anos de pesquisas para se ter ideia dos efeitos da substância no organismo.

"Esta não é uma forma adequada para se liberar um medicamento. É preciso primeiramente saber se ele apresenta resultados positivos. A aprovação desta droga, sem respaldo científico, é perigosa", afirmou Giglio.

Do outro lado, pacientes com câncer e suas famílias consideram a liberação uma conquista, já que a pílula é vista por muitos como uma possibilidade de revolucionar a medicina e melhorar a expectativa de vida de quem sofre com a doença.

Pílula do câncer: eficaz ou não?

Em termos gerais, há relatos de casos em que a fosfoetanolamina foi eficaz na redução de tumores, mas há também ocorrências em que a substância não foi capaz de frear a doença. Cientificamente, nada foi confirmado.

Os primeiros testes realizados pelo MCTI concluíram que a substância não é pura e não apresenta eficácia contra células cancerígenas em testes in vitro. Porém, os defensores da fosfo – como é apelidada – lembra que existem interesses da indústria farmacêutica por trás da liberação ou não do medicamento.

A justificativa é de que se trata de uma alternativa mais barata e menos radical do que a quimioterapia, tradicionalmente usada ao longo do tratamento oncológico. A boa notícia é que, com a iniciativa federal de verbas para pesquisa, a resposta sobre a eficácia da pílula já está em desenvolvimento.

Fonte: www.doutissima.com.br 

1648724-les-sports-qui-font-le-plus-maigrirSobrepeso, seios grandes e problemas de visão causam dor nas costas.

Você anda sentindo dores que não sabe de onde vêm? Não é só a má postura no uso do computador ou ao assistir à televisão que fazem mal para a sua coluna e rendem problemas nas costas. "O corpo é como uma balança, se algo pesa de um lado, os músculos e as articulações sofrem as consequências do outro" afirma o fisioterapeuta Oldack Borges de Barros.

As costas curvadas, por exemplo, fazem com que a cabeça seja puxada para cima, para possibilitar o olhar para frente - efeito: aumentam os riscos de dores na coluna. E se a barriga faz com que o corpo tenda para frente, a região lombar se inclina para suportar o peso e até para se sentar você sente dores.

Os problemas não param aí e precisam ser olhados com atenção para evitar danos mais graves. Fique atento às principais causas de desvios posturais e agende uma consulta caso você note alguma das alterações no seu corpo.

Barriguinha saliente

A barriga fora de forma costuma ser projetada para frente. "Essa mudança de eixo postural causa uma hiperlordose lombar, que é o aumento da curvatura dessa parte da coluna", explica a fisioterapeuta Camila Luisa Sato, especializada em osteopatia. O bumbum fica mais empinado e comumente surgem dores na região inferior da coluna. Se abaixar ou mesmo sentar em cadeiras ou bancos mais baixos tendem a causar dor. A correção, neste caso, inclui o fortalecimento e alongamento dos músculos abdominais e a diminuição na curvatura da lombar.

Mais alto que a média

"Quem é muito alto geralmente tem que se curvar para conversar com as pessoas mais baixas. Com o tempo, essa postura gera um aumento da curvatura torácica (a corcunda)" afirma o fisioterapeuta Oldack. Consequentemente, há a acentuação da curva da cervical, num esforço para projetar a cabeça para a frente e mantê-la alinhada com o horizonte. A fisioterapia, o RPG e o pilates podem ajudar a desenvolver a conscientização corporal e o alongamento da região peitoral, trazendo solução ao problema.

Seios muito grandes

Os seios que são muito grandes pesam e podem fazer com que a curvatura torácica da coluna se acentue. Em consequência surgem dores e pode haver a necessidade de fazer cirurgia para reduzir o tamanho das mamas.

Para não deixar o problema chegar nesse estágio, a fisioterapeuta Camila dá a dica: faça exercícios que fortalecem a musculatura das costas e associe com alongamentos, principalmente dos músculos peitorais. Assim ficará mais fácil aguentar o peso e evitar encurtamentos.

A fisioterapeuta explica ainda que essas dores são muito comuns após o implante de próteses de silicone. "Nesses casos, o corpo não está preparado para suportar o acréscimo de peso aos seios e terá que encontrar um novo equilíbrio corporal".

Problemas de visão

O sistema visual, juntamente com os sistemas vestibular e proprioceptivo, é responsável por manter o equilíbrio do corpo e, consequentemente, manter a nossa postura. Assim, qualquer alteração da visão não tratada prejudica o equilíbrio do corpo e pode causar alterações de postura.

A mais comum delas é a hiperlordose cervical, ou seja, a projeção da cabeça para frente. Esse é um gesto comum em pessoas que têm problema de visão e esforçam-se para lançar o olhar mais adiante. "A compensação que o corpo faz é aumentar a cifose torácica (fazendo uma corcunda) com o objetivo de manter o equilíbrio", explica Camila Luisa.

Antes mesmo de procurar um ortopedista ou fisioterapeuta, vá ao oftalmologista para resolver a causa do problema.

Pé chato

Também chamado de pé plano, o pé chato causa uma inclinação dos ossos do tornozelo para dentro (o chamado pé pronado). Em consequência o joelho fica valgo, ou seja, inclinado para dentro. Essas alterações causam um realinhamento postural e podem causar dores, principalmente nos joelhos e quadril.

Usar palmilhas feitas sob medida e com recomendação de profissional qualificado pode melhorar o quadro. Mas se as alterações, principalmente do joelho, já estiverem instaladas, o fisioterapeuta Oldeck recomenda procurar métodos de tratamento como a fisioterapia e o RPG.

Sobrepeso

Uma pessoa com sobrepeso pode apresentar uma série de alterações posturais. Isso porque a concentração de gordura causa instabilidade músculo-esquelética, alterações do equilíbrio corporal, encurtamento da muscular da região posterior das pernas e coluna e alongamento excessivo da região anterior do corpo. Ou seja, muda completamente o alinhamento corporal.

A hiperlordose lombar e a inclinação anterior da pelve são as alterações mais marcantes. Juntas, elas podem ocasionar a rotação interna das pernas e aparecimento dos joelhos valgos (voltados para dentro) e pés planos - sem a curvatura natural na sola.

Emagrecer ajuda na correção. Mas, por já estar adaptado à postura inadequada, o corpo não se alinhará automaticamente. Exercícios posturais, feitos com supervisão de fisioterapeuta, são fundamentais durante e após o emagrecimento.

Bumbum grande

Uma pessoa com um bumbum grande, provavelmente terá uma hiperlordose (aumento da curvatura lombar), e isso pode causar a famosa dor lombar. "Para equilibrar o encurtamento da musculatura lombar, causado pela hiperlordose, a musculatura inferior do abdômen enfraquece. Além da flacidez, o músculo sofre com a falta de irrigação sanguínea e não contrai ou relaxa com a mesma eficiência, o que favorece ainda mais o acúmulo de gordura", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de RPG.

Fonte: www.minhavida.com.br

Os sintomas de anemia indicam que está na hora de mudar os hábitos alimentares. A pouca concentração de glóbulos vermelhos presentes no sangue é responsável por diversos traços que podem prejudicar a sua qualidade de vida e bem-estar. É preciso ficar de olho em todos os sinais que o corpo dá para não ter surpresas.

Se você está com falta de ar, palidez na pele e dores musculares, é momento de investigar. A anemia traz diversos malefícios para o organismo e vida pessoal. Crianças que enfrentam essa condição tem dificuldade para manter as suas tarefas em dia, não conseguem aprender as matérias estudadas em aula e pode ter o seu desenvolvimento comprometido.

Sintomas de anemia

Todos os sintomas de anemia apresentados no paciente são resultantes da redução do volume de sangue que está circulando pelo corpo. Após a identificação de mais de três sinais, entre em contato com um médico. O diagnóstico precoce evita o desenvolvimento de diversas consequências desagradáveis para a qualidade de vida.

- Para não ficar na dúvida, veja alguns dos sinais mais comuns:

- Queda de pressão constante e que aparece em diversos momentos do dia

- Aspecto esbranquiçado na pele e em grande parte das mucosas. A palidez pode ser vista nas gengivas, unhas e interior dos olhos

- Sensação de cansaço que não melhora com boas noites de sono

- Tontura e fraqueza

- Dores musculares em diversas regiões do corpo

- Muito sono e dificuldade para se concentrar

- Falta de ar ou dificuldade para respirar

- Batimentos acelerados e taquicardia

- Pouca vontade de se alimentar.

- Diagnóstico é indispensável

sintomas-de-anemia-doutissima-istock

O paciente que está com sintomas de anemia deve entrar em contato rapidamente com clínico geral ou especialista. As avaliações clínicas e os exames laboratoriais de sangue são essenciais para o diagnóstico da doença. O tratamento deve ser definido após a identificação das principais causas dessa condição.

A anemia mais comum entre pacientes é a ferropriva, que é causada pela baixa concentração de ferro no sangue. Para combater os efeitos dessa condição, é necessário investir em uma alimentação rica em carnes, verduras na cor verde e feijão. Um nutricionista pode contribuir para a criação de uma dieta adequada.

O profissional escolhido pode recomendar ainda o uso de alguns medicamentos para o equilíbrio dos minerais, proteínas e vitaminas que estão em déficit no sangue. Eles devem ser administrados até que a saúde melhore.

Outra sugestão é a inclusão de alimentos industrializados enriquecidos com ferro. Existem farinhas, cereais e derivados do leite específicos para quem apresenta os sintomas de anemia. Procure por esses produtos e converse com a sua nutricionista – não é recomendado consumir os nutrientes em excesso, equilíbrio é essencial.

Fonte: http://doutissima.com.br/

Você sabia que 16% da população brasileira com mais de 18 anos fuma? O dado é do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e revela uma realidade esquecida: o fumante passivo também sofre as consequências do vício e pode inalar até 4.700 substâncias tóxicas que são lançadas no ar.

Que o hábito de fumar é perigoso e traz péssimas consequências para a saúde, todos já sabem. O que poucos comentam, no entanto, são os riscos para quem tem alguém próximo que não abre mão da nicotina.

fumante-passivo-doutissima-istock

Riscos do cigarro para o fumante passivo

A Lei Antifumo nº 12.546/2011 foi criada em 2011 e proibiu o consumo de cigarros em ambientes parcialmente ou totalmente fechados em todo o país. Apesar disso, quem convive com um fumante em casa não tem como fugir. O vício, de acordo com o Inca, mata mais de 2.655 pessoas que não fumam, mas inalam as substâncias perigosas.

O fumante passivo desenvolve irritações nos olhos e nariz após alguns dias de contato direto com a fumaça. Ao longo do tempo, doenças respiratórias mais graves podem ser desencadeadas. A pneumonia e o câncer de pulmão são as enfermidades mais perigosas e que trazem o risco iminente de morte.

A audição dos jovens também pode ser afetada pelas substâncias presentes no cigarro. De acordo com pesquisa da Universidade de Medicina de Nova York, nos Estados Unidos, adolescentes que são fumantes passivos têm o dobro de risco de desenvolver a perda auditiva, quando comparados aos que não inalam o ar tóxico.

A fumaça no ar ainda traz péssimas consequências para o sistema vascular. O fumante passivo pode apresentar mudanças na pressão sanguínea e o risco de desenvolver doenças graves como AVC e infarto.

fumante-passivo-doutissima-istock 1

Viva sem medo

O fumante passivo que já apresenta sintomas de doenças respiratórias deve entrar em contato com pneumologista. A rinite, asma e sinusite podem ser aliviadas rapidamente com algumas mudanças na rotina. Enfermidades mais graves como câncer de pulmão e pneumonia pedem tratamentos mais fortes e duradouros.

Tentar conscientizar o fumante sobre os riscos do cigarro é o primeiro passo a ser tomado. Converse, explique e mostre dados chocantes. Se a resposta for positiva, marque consulta com pneumologista e peça por métodos que auxiliem no combate ao vício de maneira saudável e sem trazer angústia ou ansiedade.

O fumante que não abrir mão do vício deve enfrentar regras para não prejudicar a saúde de seus familiares. Criar um horário específico para o fumo e escolher um ambiente aberto são medidas que podem melhorar a qualidade de vida.

Fonte: www.doutissima.com.br

Drogarias Letícia
© Copyright 2005 / 2017  |  DROGARIAS LETÍCIA   |   Todos os direitos reservados.
Produzido por: 

Drogaria Letícia S.A.  l  Itabuna - BA: Av. Cinquentenário, 838, Centro  |  As informações contidas neste site, como promoções e ofertas de remédios e medicamentos, não devem ser usadas para automedicação e não substituem, em hipótese alguma, a medicação prescrita pelo profissional da área médica. Somente o médico está em condições de diagnosticar qualquer problema de saúde e prescrever o tratamento adequado.  |  As fotos contidas em nosso site são meramente ilustrativas.  |  *Preços e disponibilidade sujeitos a alterações no decorrer do dia.