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Os Alimentos que Previnem a Doença de Alzheimer são bastantes simples e fáceis de se encontrar. Além disso, ao contrário do que ocorre com outras doenças, não há restrição de um ou mais alimentos que se aplique a todos os pacientes com a Doença de Alzheimer.

Alguns ajustes na dieta poderão ser feitos pelo médico de acordo com as consequências da doença, de forma individual. Embora não exista uma dieta determinada, é preciso ter cuidado com a alimentação, para que não haja excesso ou carência de alguns nutrientes.

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Os 10 Alimentos que Previnem a Doença de AlzheimerA Doença de Alzheimer é a principal causa de demência no mundo, e a demência é a principal caraterística clínica da Doença de Alzheimer, vale a pena gastarmos algumas linhas explicando o conceito de demência. A demência é um conjunto de sinais e sintomas relacionados à deterioração das capacidades intelectuais do paciente, que pode estar sofrendo da Doença de Alzheimer.

Além da Doença de Alzheimer, é também comum a ocorrência de demência em pacientes com múltiplos AVC, doença de Parkinson, alcoolismo crônico, traumas cranianos, deficiência de vitaminas, hipotireoidismo grave, tumor cerebral e algumas outras doenças neurológicas.

Causas da Doença de Alzheimer: Estima-se que a causa da Doença de Alzheimer seja o acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau no cérebro associada à diminuição do neurotransmissor acetilcolina. Entretanto suas causas ainda não são totalmente esclarecidas, mas sabe-se que ela pode estar relacionada a alguns fatores de risco tais como:

Influência genética;
Contaminação com metais como mercúrio e alumínio;
Traumatismo craniano;
Aterosclerose;
Idade.


Uma nutrição adequada é muito importante para a saúde geral e também para o funcionamento cerebral. Estudos recentes mostram que uma alimentação saudável é muito importante para o bem-estar, a disposição física e até para a cognição. Os idosos também precisam de uma alimentação balanceada. Ao consultar o médico, não esqueça de pedir orientação sobre a dieta do paciente.

Comumente surgem queixas envolvendo alteração no apetite da pessoa com a Doença de Alzheimer. Pode haver perda de peso ou fome exagerada em alguns casos. E em ambos os casos o monitoramento da família deve ser realizado para favorecer uma alimentação adequada.

Confira sempre a temperatura da comida, pois limentos muito quentes podem provocar queimaduras na boca e na língua do paciente. Utilize prato térmico, para evitar que a comida esfrie enquanto o paciente está se alimentando. Então, confira agora Os 10 Alimentos que Previnem a Doença de Alzheimer:

Cúrcuma: A cúrcuma é uma iguaria de cor amarelo intenso amplamente utilizado na gastronomia indiana, com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Estudos têm mostrado que as pessoas que consumiam uma maior quantidade de cúrcuma tinham um melhor desempenho das atividades cerebrais. Os pacientes que sofrem com a Doença de Alzheimer acumulam em seus cérebros uma proteína chamada beta-amiloide e é a causa das destruições neuronais, e a curcumina, um fito químico presente na cúrcuma, é um potente antioxidante e anti-inflamatório, que inibe a acumulação desta proteína.

Peixes: De acordo com um estudo feito na Escola de Medicina na Universidade de Pittsburgh (EUA) idosos que comem peixe assado ou grelhado pelo menos uma vez por semana protegem o cérebro contra a Doença de Alzheimer. Os pesquisadores descobriram que as células do cérebro responsáveis pela memória morriam mais rápido entre as pessoas que comiam pouco peixe, e 47% delas desenvolveram a Doença de Alzheimer cinco anos após os exames.

Por outro lado, apenas 3% das pessoas que comiam peixe de uma a quatro vezes por semana desenvolveram a Doença de Alzheimer ou apresentaram comprometimento leve da memória. O responsável por essa proteção é o ômega 3, uma ácido graxo que faz parte da estrutura da matéria cinzenta do cérebro. O ômega 3 promove a comunicação entre as células nervosas, mantendo-as leves e funcionais, ajudando o cérebro a monitorar o humor, a memória e a concentração ajudando assim a combater a Doença de Alzheimer.

Vinho: Foi demonstrado em diferentes estudos que o consumo de cerca de 125 mililitros de vinho por dia reduz o risco de apresentar a Doença de Alzheimer em quase 80%.

Álcool: Em uma revisão de 143 estudos, que contou ao todo com a participação de 365 mil pessoas de 19 países, foi constatado que o consumo moderado de álcool ajuda na prevenção da Doença de Alzheimer. De acordo com os cientistas, quem consumia álcool moderadamente tinha 23% menos chances de desenvolver sinais de perda de memória causados pela Doença de Alzheimer. No entanto, pessoas que bebiam mais do que duas doses por dia tinham mais chances de ter perda de memória.

E segundo essa pesquisa, o vinho era a bebida que mais proporcionou benefícios aos participantes. A bebida auxiliam na proteção de doenças degenerativa como é o caso da Doença de Alzheimer, por conter ação antioxidante e melhorar a circulação cerebral. A quantidade recomendada é de uma dose de bebida alcoólica por dia para as mulheres e duas doses para os homens. Essas quantidades, porém, pressupõem que a pessoa tem outros hábitos saudáveis, como uma dieta adequada e a prática de exercícios físicos.

Oleaginosas: Ser adepto de uma dieta rica em oleaginosas (como castanhas, nozes e amêndoas) diminui significativamente as chances de uma pessoa desenvolver a Doença de Alzheimer, afirma um estudo feito pela Universidade Columbia (EUA). Essa conclusão foi constatada a partir da análise das dietas de 2.148 adultos americanos com mais de 65 anos, durante quatro anos. Esses alimentos são ricos em selênio, um mineral cuja a deficiência pode causar distúrbios na atividade dos neurotransmissores (substâncias produzidas pelo neurônio que tem como função levar informações de uma célula a outra).

O selênio também ajuda substâncias como a serotonina, a dopamina e a acetilcolina, que são fundamentais para a transmissão de mensagens entre os neurônios e o bom funcionamento do cérebro. Outras fontes de selênio são os grãos, o alho, a carne, os frutos do mar e o abacate. Uma unidade ao dia de castanha-do-pará já fornece a quantidade diária recomendada de 350mg de selênio para trazer muitos benefícios ao organismo como a diminuição das chances do surgimento da Doença de Alzheimer.

Cafeína: Foi comprovado que a cafeína age como protetora do organismo contra a Doença de Alzheimer e outras demências. A explicação para o feito ainda não é clara, por enquanto, a ação antioxidante e anti-inflamatória da substância são os pontos de destaque para a prevenção da Doença de Alzheimer. O café, além de cafeína, também contém boas doses de ácido clorogênico, substância de conhecida ação anti-inflamatória, também encontrada em vegetais amarelos ou avermelhados.

Segundo um grupo de pesquisadores das universidades do Sul da Flórida e de Miami, nos Estados Unidos, consumir cafeína pode ajudar a reduzir as chances de idosos com comprometimento cognitivo leve desenvolverem a Doença de Alzheimer. Os resultados, que foram publicados no periódico Journal of Alzheimer’s Disease, mostraram que beber ao menos 3 xícaras de café é capaz de proteger o cérebro do declínio cognitivo. Além do café, outras fontes de cafeína são os chás preto e mate, o chocolate e o guaraná e ela também possuem essa capacidade de ajudar contra a Doença de Alzheimer.

Azeite de Oliva: O azeite de oliva extra-virgem é comumente relacionado à prevenção de doenças cardiovasculares. Entretanto, uma pesquisa feita pela Universidade de Frankfurt, na Alemanha, descobriu que existe um composto presente no azeite de oliva chamado hidroxitirosol é capaz de impedir a degeneração dos neurônios, retardando o processo de envelhecimento cerebral e assim ajudando contra a Doença de Alzheimer.

Rico também em vitamina E, um antioxidante que atua na reconstrução das fibras nervosas, o azeite é muito indicado para prevenir a Doença de Alzheimer. Para obter o benefício, consuma o azeite na forma in natura para regar saladas ou a comida. Quando é submetido a altas temperaturas, boa parte das propriedades do azeite de oliva são desperdiçadas.

Frutas Roxas e Vermelhas: Ao comer uma ou duas porções por dia de amoras pretas, ameixas, uvas ou mirtilos você pode ajudar no combate a Doença de Alzheimer, Parkinson e até câncer. Essa conclusão faz parte de um estudo feito na Universidade de Manchester, no Reino Unido, e publicado no periódico Archives of Toxicology. De acordo com os cientistas, o responsável por esse benefício é o polifenol, um poderoso antioxidante.

Outro estudo, desenvolvido pelo Salk Institute for Biological Studies, na Califórnia (EUA), constatou que um flavonoide chamado fisetina, presente em todas as frutas vermelhas, estimula a área do cérebro responsável pela memória de longo prazo e protege-o de Doenças degenerativas como a Doença de Alzheimer e a esclerose múltipla. Essa substância é capaz de desencadear um processo que permite que as memórias sejam armazenadas no cérebro com mais facilidade e que o cérebro estabeleça conexões mais fortes entre os neurônios, prevenindo assim o surgimento da Doença de Alzheimer.

Canela: O extrato de canela estimula o cérebro e possa ajudar no tratamento da Doença de Alzheimer, é o que aponta uma publicação científica. Segundo os investigadores, a canela é útil porque ela é capaz de inibir o acumulo de toxinas no cérebro e também pode dissolver as fibrilas que matam os neurônios cerebrais, diminuindo um dos sintomas da Doença de Alzheimer.

Esse estudo foi realizado em Israel com animais e, apesar dos bons resultados que alcançou, outras pesquisas científicas devem ser realizadas para testar esses efeitos em seres humanos, para que então a indústria farmacêutica possa criar um medicamento com fins de combater a Doença de Alzheimer, utilizando a canela como princípio ativo.

Ainda não se pode afirmar que o consumo de canela em pó ou em pau, de forma caseira, tenha o mesmo benefício no tratamento da Doença de Alzheimer e, por isso, quem sofre com esta doença deve continuar sendo tratado com os medicamentos receitados pelo médico, existindo sempre a possibilidade de usar a canela somente para complementar o tratamento.

Casca de Romã: Outra pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, descobriu que a casca da romã pode prevenir o surgimento da Doença de Alzheimer. Os cientistas identificaram na fruta uma enzina que tem uma atuação específica na prevenção da Doença de Alzheimer, além dela possuir uma elevada quantidade de antioxidantes.

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Esses nutrientes são conhecidos por combaterem os radicais livres, ação que ajuda a diminuir a perda degenerativa, protegendo contra a Doença de Alzheimer e outras demências. É importante ressaltar que apenas o consumo contínuo da casca de romã pode trazer esses benefícios, já que ele são percebidos em longo prazo. Os cientistas ainda estão estudando uma forma de transformar a casca de romã em pó, para colocá-la em cápsulas, mas você pode consumi-la na forma de suco, por exemplo.

Fonte : http://www.saudedica.com.br/


As dores nas costas têm sido responsáveis pela grande ocorrência de visitas aos consultórios médicos. Trata-se de uma queixa comum tanto entre o público mais jovem quanto para as pessoas de idade mais avançada. Na grande maioria dos casos, essas dores acarretam mudanças no estilo de vida do paciente com redução de movimentos e atividades (até as mais simples e corriqueiras), o que compromete, significativamente, a qualidade de vida do indivíduo.

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Muitas vezes, as dores nas costas são associadas a problemas posturais, uma vez que hábitos inadequados de postura durante a realização de atividades ou mesmo em posição estática pode comprometer, severamente, a saúde da coluna vertebral, contribuindo para o surgimento de dores.

Entretanto, o que muitas pessoas não sabem é que o problema que causa as dores nas costas pode, muitas vezes, não ter a sua origem na própria coluna vertebral, mas sim remeter a outras afecções no corpo. Por uma questão de automaticidade, se eu sinto uma dor no braço, logo procuro um tratamento para a dor naquela região. O mesmo acontece se a dor for na perna, na cabeça ou na própria coluna. Nesse contexto, o problema está no foco em tratar, apenas, a dor e não a patologia que é, de fato, a causa daquele desconforto.

Dores nas costas como sintoma de problemas em outras regiões do corpo

Algumas doenças que surgem na coluna, acabam afetando outras regiões do corpo. É o caso, por exemplo, da dor no nervo ciático (uma inflamação ou dano ao nervo ciático que se localiza desde a coluna lombar até os pés). Dentre os sintomas da dor ciática está a irradiação dos desconfortos (dores, formigamento, sensação de queimação, etc.) para a região posterior da coxa ou da perna. De modo inverso, as dores que se manifestam na coluna também podem ser consequência de outras complicações de saúde, não, necessariamente, de origem nesta região.

Nenhum tipo de dor deve ser ignorado, principalmente, os tipos mais persistentes e que tendem a piorar com o tempo. Dores na coluna podem revelar simples contraturas ou distensões musculares de tratamento mais simples ou mesmo natural, mas também podem indicar a presença de doenças graves. Um exemplo é a osteoporose que consiste na redução de densidade da massa óssea e que atinge mais comumente as mulheres. Essa doença metabólica pode causar dores frequentes nas costas. No caso das doenças renais, a maioria não causa dores nas costas, mas o surgimento de pedras em um dos rins ou nas vias urinárias, assim como alguns casos de infecção urinária, pode acabar resultando em intensa dor lombar com a irradiação, inclusive, para a virilha.

Cistos ovarianos, endometriose e câncer no ovário, apendicite, pancreatite (inflamação do pâncreas) e alguns tipos de câncer também podem ser apontadas como causas por trás das dores nas costas.

Tratando efetivamente das dores nas costas

A principal maneira de lidar com a dor nas costas é investigar, antes de mais nada, a sua causa. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar o equívoco de uma doença que possa ser evidenciada como causa da dor, mas que, na verdade, não tenha associação e, assim, agravar a condição do paciente ao ser tratado de forma inadequada. O tratamento deve ser multidisciplinar, envolvendo diferentes tipos de exames a serem realizados por diversos médicos, para só então iniciar um atendimento específico para aquele quadro.

É muito importante alertar para os riscos da automedicação. Utilizar analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares é perigoso, principalmente, se o paciente não sabe ainda a causa das dores nas costas e não recebeu uma prescrição médica adequada de medicamentos.

No entanto, o melhor tratamento ainda consiste na prevenção! Cuidados com a sobrecarga de trabalho e durante as atividades domésticas devem ser adotados. Bem como realizar momentos de relaxamento ao longo do dia. O exercício físico também é uma importante ferramenta, pois, uma vez praticado regularmente, proporciona a melhora do condicionamento físico, controlando o aparecimento de lesões e viabilizando preparo muscular para a rotina diária.

Fonte : http://www.minhavida.com.br/

O Ministério da Saúde adquiriu seis milhões de doses para vacinar 3,6 milhões de meninos em 2017. Imunização vai reduzir a propagação do vírus. Economia gerada pela gestão permitiu a inclusão desse público

Meninos na faixa etária de 12 a 13 anos já podem ser vacinados contra o HPV pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nos postos de vacinação de todo o país. Até o ano passado, esta imunização era feita apenas em meninas. O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. A faixa-etária será ampliada, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos.

A expectativa é imunizar mais de 3,6 milhões de meninos em 2017, além de 99,5 mil crianças e jovens de 9 a 26 anos vivendo com HIV/aids, que também passarão a receber as doses. Para isso, o Ministério da Saúde adquiriu seis milhões de doses, ao custo de R$ 288,4 milhões. Não haverá custos extras para a pasta, já que no ano passado, com a redução de três para duas doses no esquema vacinal das meninas, o quantitativo previsto foi mantido, possibilitando a vacinação dos meninos. Assim, o Ministério continua com a mesma determinação, que é de fazer mais com os mesmos recursos financeiros.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destaca a importância da vacinação nos meninos. "A inclusão dos adolescentes faz parte de um conjunto de ações integradas que o Ministério da Saúde tem realizado com o objetivo de conseguir mais resultados com os recursos financeiros já disponíveis. É muito importante a inclusão dessa faixa-etária. Precisamos estimular esta faixa a participar das mobilizações para vacinação", afirma o ministro Ricardo Barros.

Outra novidade é a inclusão das meninas que chegaram aos 14 anos sem tomar a vacina ou que não completaram as duas doses indicadas. A estimativa é de que 500 mil adolescentes estejam nessa situação. Até o ano passado, a faixa etária para o público feminino era de 9 a 13 anos. Desde a incorporação da vacina no Calendário Nacional, em 2014, já foram imunizadas 5,7 milhões de meninas com a segunda dose, completando o esquema vacinal. Este quantitativo corresponde a 46% do total de brasileiras nesta faixa etária.

"É muito importante que os pais tenham a consciência de que a vacinação começa na infância, mas deve continuada na adolescência. Pais e responsáveis devem ter, com os adolescentes, a mesma preocupação que têm com as crianças. A proteção vai ser muito maior se nós ampliarmos, cada vez mais, o calendário de vacinação da nossa população", ressaltou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

HPV PARA MENINOS - O esquema vacinal para os meninos contra HPV é de duas doses, com seis meses de intervalo entre elas. Para os que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.

Atualmente, a vacina HPV para meninos é utilizada como estratégia de saúde pública em seis países (Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá). Portanto, o Brasil assegura a sétima posição e a vanguarda na América Latina. A vacina é totalmente segura e aprovada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A decisão de ampliar a vacinação para o sexo masculino está de acordo com as recomendações das Sociedades Brasileiras de Pediatria, Imunologia, Obstetrícia e Ginecologia, além de DST/AIDS e do mais importante órgão consultivo de imunização dos Estados Unidos (Advisory Committee on Imunization Practices). A estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa-etária para a vacinação visa proteger as crianças antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus.

A vacina disponibilizada para os meninos é a quadrivalente, que já é oferecida desde 2014 pelo SUS para as meninas. Confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal. Vale ressaltar que os cânceres de garganta e de boca são o 6º tipo de câncer no mundo, com 400 mil casos ao ano e 230 mil mortes. Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal são atribuíveis à infecção pelo HPV.

Confira abaixo como será a oferta de vacinas para meninos por ano:

Ano

População-alvo

2017

Meninos de 12 e 13 anos

2018

Meninos de 11 e 12 anos

2019

Meninos de 10 e 11 anos

2020

Meninos de 9 e 10 anos

 

HPV PARA MENINAS – Nas meninas, o principal foco da vacinação é proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal; lesões pré-cancerosas; verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus. O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da OMS indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras do vírus, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. Em relação ao câncer do colo do útero, estudos apontam que 265 mil mulheres morrem devido à doença em todo o mundo, anualmente. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estima 16 mil novos casos.

Para a produção da vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde promoveu Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Butantan. A transferência está sendo feita de forma gradual e tem reduzido o preço ano a ano. Até 2018, a produção da vacina HPV deverá ser 100% nacional.

Fonte: Ministério da Saúde

Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Bonn, na Alemanha, analisaram a relação entre o sono e a saúde do coração. O estudo, considerado inédito por focar o impacto específico do turno de 24 horas, avaliou as condições cardíacas de médicos que trabalham por 24 horas, com intervalos de no máximo três horas de sono.

Durante a análise não foram consideradas condições de estresse individual ou ambiental. Os participantes também não puderam consumir qualquer tipo de estimulante ou energético.

O que se verificou é que a falta de sono aumenta a pressão sanguínea e sobrecarrega o coração, aumentando a força dos batimentos (contratilidade) e sua frequência. "Pela primeira vez, mostramos que uma privação de sono de curto prazo, no contexto dos turnos de 24 horas, pode levar a considerável aumento da pressão sanguínea, da contratilidade e da frequência cardíaca", disse o autor principal do estudo, Daniel Kuetting, do Departamento de Radiologia Diagnóstica da Universidade de Bonn.

Fonte : http://www.revistavidaesaude.com.br/


Você sabia que a alimentação é uma grande aliada no combate ao cansaço? Não somente do cansaço do dia a dia, mas da fadiga mais acentuada que aflige muita gente, gerando indisposição e até abatimento.

É como se a saúde fosse uma sequência de peças que se encaixam em um estilo de vida. Contudo, por onde começar quando faltam forças mental e fisicamente? A resposta pode estar exatamente na escolha do cardápio. Pois é, cada vez mais a ciência vem estudado a relação da comida com o cansaço.

Estudo recente realizado com os britânicos revelou que 48% das meninas com idades entre 11 e 18 anos têm dietas pobres em ferro. Isso também foi constatado na dieta de mulheres entre 19 e 64 anos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a carência de ferro na alimentação não é um problema que afeta apenas pessoas do sexo feminino. Na verdade, pelo menos 30% da população mundial sofre com o problema, causador de anemia – quando ocorre a diminuição dos glóbulos vermelhos.

São os glóbulos vermelhos que contêm a hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio do pulmão para o resto do corpo. Quando os índices de hemoglobina estão baixos, o corpo não recebe oxigênio suficiente, tendo como consequência a fadiga.

Saiba se seu ciclo é regular e aprenda a calcular o período fértil.

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Ciclo menstrual engloba as mudanças pelas quais o corpo da mulher passa ao longo do mês e que resultam na menstruação. O ciclo menstrual dura em torno de um mês e ocorre em todas as mulheres em idade fértil, já que ele determina o processo de ovulação e eliminação desse óvulo. "Ele é caracterizado por alterações hormonais que preparam o corpo para uma possível gravidez", explica a ginecologista Juliana Amato, pós-graduada em Infertilidade e Reprodução Humana pela Universidade de São Paulo (USP). Entenda melhor como funciona o ciclo menstrual:

Ciclo menstrual normal

O ciclo menstrual normal costuma durar entre 25 e 30 dias, mas normalmente os médicos usam como exemplo o ciclo com 28 dias. Ele é dividido em duas fases principais:

Fase folicular: essa fase começa no primeiro dia da menstruação e dura até o dia da ovulação. Normalmente ela dura entre 12 e 16 dias e tem esse nome por ser a época em que os folículos ovarianos crescem e começam a preparar o corpo para uma possível gravidez.

Nessa época há um aumento da produção do hormônio folículo estimulante (FSH), que faz com que os folículos que contém os óvulos se desenvolvam. Esses folículos produzem os estrógenos, até que esses hormônios chegam a um pico e o corpo deixa de produzir FSH. É nesse momento que ocorre a ovulação, ou seja, o folículo se rompe e o óvulo sai em direção as trompas. Aí começa a fase lútea.

Fase lútea: essa fase ocorre após a ovulação, quando os hormônios femininos começam a reduzir gradativamente sua concentração no organismo. O folículo começa a produzir progesterona, mas se ele não for fecundado, a quantidade desse hormônio cai também, junto com os estrógenos - isso sempre acontece em 14 dias. Quando a gravidez não ocorre, é nessa fase que as paredes do útero descamam e a mulher menstrua.

Portanto, quem determina a duração do ciclo é a fase folicular, já que é o seu tempo que pode variar. Normalmente uma mulher com ciclo menstrual regular e que não toma pílula pode ter a duração do seu ciclo variando um pouco a cada mês. "Ciclos que duram entre 25 a 30 dias são regulares ", considera o ginecologista Pedro Monteleone, coordenador técnico do Centro de Reprodução Humana do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

Além disso, os ciclos não precisam ter todos a mesma quantidade de dias. Por exemplo, uma mulher que em um mês tem o ciclo durante 28 dias e no mês seguinte ele dura 30, ainda é considerada com um ciclo regular.

O que é um ciclo irregular?

Já sabemos que um ciclo regular tem entre 25 e 30 dias de intervalo entre as menstruações. Já o ciclo irregular é todo aquele que leva menos ou mais tempo do que isso. "Isso é ruim, pois como a fase lútea tem uma duração fixa, isso quer dizer que a pessoa com ciclo irregular tem uma ovulação muito precoce ou muito tardia, ou seja, quando ela ocorre, o corpo não está preparado", considera Monteleone. Pode acontecer de a pessoa ter sempre ciclos muito longos ou muito curtos, ou mesmo intercalar esses dois tipos.

Causas de ciclo menstrual irregular

O ciclo menstrual irregular é muito comum na puberdade, nos primeiros dois anos após a menarca. "É comum a menina ter um ciclo de 20 dias e depois de 60 e isso ocorre porque o eixo hormonal é imaturo e leva um tempo até se regularizar", pondera o especialista.

Na pré-menopausa, com a redução dos folículos ovarianos, a mulher também começa a ter um ciclo mais irregular, já que são esses folículos os responsáveis pelos mecanismos hormonais do ciclo.

Fora essas situações, o ciclo menstrual irregular pode ser indicativo de diversos problemas, como:

  • Síndrome dos ovários policísticos
  • Menopausa precoce
  • Distúrbios da tireoide
  • Estresse exagerado
  • Pólipo endometrial
  • Obesidade - principalmente a mórbida
  • Perda de peso excessiva, como a anorexia
  • Excesso de atividades físicas (comum em atletas de alto desempenho)
  • Redução drástica da gordura corporal (popularizada pelas musas fitness)

Como calcular o período fértil

É o ciclo menstrual quem determina o período fértil, portanto conhecendo mais ou menos qual a regularidade do seu, fica mais fácil determinar o período fértil. A ovulação ocorre entre a fase folicular e a lútea.

Como a duração da primeira fase do ciclo costuma variar, é preciso fazer primeiro uma média de duração do seu ciclo. Veja quanto tempo duraram seus últimos três ciclos e faça uma média. "Então você subtrai 14 dessa média de dias (duração padrão da fase lútea) e coloca dois dias de margem. Ou seja, se seu ciclo tem 30 dias, a ovulação acontece no 16º - com a margem, o período fértil é entre o 14º e 18º dias do período", ensina Juliana.

Em um ciclo de 28 dias, por exemplo, a ovulação ocorre no 14º dia, portanto o período fértil vai do 12º ao 16º dia.

Algumas mulheres dizem ter uma percepção da ovulação. "Normalmente há um aumento do muco vaginal e existem mulheres que sentem uma secreção gelatinosa e incolor. Além disso, outras costumam até mesmo sentir uma dor no período ovulatório no lado direito ou esquerdo do abdômen", explica a especialista.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/ 

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